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Artigos

07/04/2014

Manejo de Percevejo no Milho


Em ambientes de duas safras, onde o risco de geada é menor em decorrência de temperaturas mais elevadas, geralmente a população dos percevejos é maior e, consequentemente, existe grande potencial de danos à cultura atacada. Outros fatores também podem influenciar a capacidade de dano da praga como as características e fase de desenvolvimento da própria planta no período do dano, sendo, via de regra, quanto mais nova a planta, maior o prejuízo.

Em geral, o ataque de percevejos inicia-se na cultura da soja. Na fase final desta cultura, apesar de os danos causados pelo inseto não serem de fácil visualização, as populações frequentemente são altas. Com a colheita da soja, os percevejos buscam alternativas para garantir sua sobrevivência. Eles têm como fonte de água e alimento, primeiramente as plantas daninhas que já estão ali instaladas. Por isso, um dos primeiros passos para um bom manejo e instalação da cultura do milho começa antes mesmo da cultura estar plantada. A dessecação antecipada, para eliminar as plantas hospedeiras, auxilia na redução da população de percevejos até a emergência do milho e é uma das primeiras práticas de manejo que deve ser adotada.
 

A segunda etapa das medidas de controle é um bom tratamento de sementes

O uso de tratamento de sementes com inseticidas neonicotinoides é um eficiente método de proteção e controle de percevejos. Mas, tão importante quanto o produto aplicado, é a maneira que este produto está sendo aplicado. A distribuição do produto utilizado na semente deve ser muito bem feita, assegurando assim a proteção de cada semente. O Tratamento de Sementes Industrial é uma das melhores alternativas, uma vez que oferece uma melhor distribuição e garantia de dose de ingrediente ativo por semente, além de maior segurança aos colaboradores na fazenda e meio ambiente.

A DuPont Pioneer oferece como opções de Tratamento de Sementes Industrial os produtos associados Cruiser® e Standak® e Poncho® e Standak®, ambos de ação comprovada e devidamente registrados no Ministério da Agricultura para essa modalidade de aplicação. Além disso, esse tratamento conta com a presença de polímeros a fim de garantir a melhor distribuição dos produtos e com um menor risco à saúde do aplicador. A DuPont Pioneer está constantemente investindo recursos na pesquisa sobre os melhores produtos, melhores polímeros e melhores serviços para entregar ao produtor soluções exclusivas e completas para atender às suas necessidades.

Em ensaios conduzidos pela DuPont Pioneer em ambiente Safrinha em 122 locais, sob diferentes condições ambientais e de manejo, a utilização do Tratamento de Sementes Industrial contendo os inseticidas Poncho® e Cruiser®, ajudou a garantir a expressão do potencial produtivo e genético dos híbridos avaliados, proporcionando um ganho médio de produtividade entre 5 e 6% sobre a testemunha, além da proteção do estande inicial da lavoura. Isso significou o retorno total no investimento realizado. Os resultados comprovam: o Tratamento de Sementes Industrial Pioneer protege os investimentos, possibilitando maiores produtividades.
 
 
Além do tratamento de sementes, é fundamental o monitoramento contínuo da lavoura
 

Se ocorrer alta pressão de percevejos na fase inicial de desenvolvimento do milho (até V3), será necessário o controle da praga, pois o dano causado pelo percevejo à planta nesta fase pode ser desastroso. A planta está menor e mais frágil e o estilete (aparelho bucal do inseto) pode atingir o meristema da planta, causando os piores danos (citados acima). Vale lembrar que em ambiente de segunda safra, onde os recursos são limitados pelo maior risco, temos, em geral, uma população de milho menor, o que faz com que a perda de uma planta de milho seja proporcionalmente maior que a perda da planta no verão.

Há alguns anos, antes da disponibilidade da tecnologia Bt, era realizada uma aplicação inicial de inseticidas para o controle da lagarta-do-cartucho e, muitas vezes, o produto usado continha neonicotinoides, visando também o controle de percevejos. Com a adoção da tecnologia Bt, essa aplicação inicial ou não ocorre mais ou ocorre mais tarde, fazendo com que a planta esteja exposta ao percevejo na fase em que ela está mais susceptível.

O monitoramento é essencial para definir o nível de dano e benefício do controle. Conhecer o estágio da planta e pressão da praga para identificar o nível de dano que pode ser causado, o custo da aplicação e experiência técnica para tomada de decisão são ferramentas essenciais para maximizar a eficiência econômica do controle. Seguindo o raciocínio, o atraso no controle da praga não evita o gasto e pode acarretar em perda de produção o que, com certeza, fará com que sobre menos milho no silo. O controle do percevejo está diretamente ligado ao Manejo Integrado de Pragas (MIP) em que a assistência técnica e produtores devem tomar as ações necessárias e no tempo correto para evitar o impacto dessa praga na lavoura.

Estratégias de manejo integradas como o plantio do milho na melhor época, utilização da população recomendada, escolha de híbridos com características mais adaptadas para o local onde será plantado, a utilização do Tratamento de Sementes Industrial DuPont Pioneer, fertilização compatível para que todas as plantas estejam bem nutridas em função dos investimentos feitos e o monitoramento e controle da praga quando necessário são estratégias fundamentais para produtores que esperam ter o melhor retorno do seu investimento.

® Standak é marca registrada da BASF.
® Cruiser é marca registrada da Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.
® Poncho é marca registrada da BAYER S.A.
Autor:
Pellisson Kaminski
Fonte: