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Artigos

01/06/2005

Gente que planta Pioneer: Wagner Campos Palmeira

Wagner Campos Palmeira é produtor no município de Machado, MG. Na sua fazenda de 700 hectares, planta 270 hectares de milho, 207 de café e 130 de soja. Na hora da escolha dos híbridos que vai plantar, costuma levar em consideração, principalmente, aspectos como sanidade e produtividade.

Para manter-se atualizado sobre as novas tecnologias, ele utiliza como fonte de consultas o Boletim Informativo da Pioneer e algumas publicações de órgãos oficiais, que trazem matérias sobre o mercado agrícola e as técnicas mais avançadas de manejo do milho e da soja. O produtor mineiro busca, ainda, orientações adicionais nos canais de informação técnica da Pioneer, via internet, na cooperativa, jornais, palestras técnicas e no Canal Rural.

Na sua propriedade utiliza plantadeira pneumática, com velocidade de plantio de 4 a 5 km/h, e revela que costuma fazer regulagem com freqüência durante esse processo de plantio. Wagner diz que a população ideal para a sua lavoura é estabelecida de acordo com a recomendação da Pioneer para cada híbrido, variando entre 65.000 e 75.000 sementes.

Nessa última safra, quando plantou entre 60.000 a 65.000 plantas/ha, afirma que não verificou nenhum problema de estande na sua lavoura. Realizou um ensaio com neonicotinóides (Cruiser) na sua propriedade, com sementes que já vieram tratadas da Pioneer. O principal benefício percebido pelo produtor no tratamento industrial de sementes é a maior uniformidade de distribuição do inseticida na semente.

Além do aumento da população, Wagner utilizou a redução de espaçamento na sua lavoura (67 cm entre linhas), registrando um ganho de cerca de 5% em produtividade, alcançando 152 sacas de milho por hectare. Com a utilização dessas técnicas de manejo, além da maior facilidade no controle de ervas daninhas em pós-emergência, observou melhor distribuição das plantas na linha de plantio, aumento no tamanho médio das espigas e de maior uniformidade.Como dificuldade encontrada na aplicação da técnica de redução de espaçamento com aumento de população, o produtor aponta a necessidade de aquisição de plataforma com mais uma linha de colheita.

Como principais doenças de milho encontradas na sua região, Wagner aponta a Cercospora e a Phaeosphaeria. Já em relação aos insetos, é a lagarta do cartucho que vem preocupando os produtores de toda região. Para o controle desses insetos, o produtor costuma fazer duas pulverizações com inseticida, sendo a segunda quando o milho está com 6 folhas. O combate das plantas daninhas é feito por meio de herbicida pós-emergente, tomando sempre o cuidado com a dose e a época de plantio. A adubação é feita, parte no plantio, via plantadeira de forma convencional, e parte em cobertura enterrada no meio da rua de uma só vez, quando o milho está na fase de 3 a 4 folhas.

Para finalizar, como conselho para os demais produtores, Wagner destaca a importância da rotação de culturas e da boa administração de recursos e do tempo. Outro aspecto fundamental que Wagner gosta de salientar é a necessidade de saber diferenciar o que é mais caro daquilo que vale mais e, principalmente, a confiança na empresa de sementes e no suporte técnico prestado por ela aos seus clientes no pós-venda, estabelecendo uma relação muito sólida e eficiente.​

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