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Artigos

01/10/2005

Planejamento e conhecimento técnico para obter melhores rendimentos na segunda safra

A Fazenda Valero, em Tupãssi, no Paraná, tem 1.061 hectares, onde são plantados milho e soja no verão e trigo no inverno. Sebastião Valero e José Valero Donaire, seus proprietários, destinaram 500 hectares para a próxima safrinha, quando pretendem plantar 90% da área com híbridos da Pioneer.

"Já fiz um planejamento para plantar soja precoce visando o plantio no cedo de variedades de milho com potencial produtivo e o restante com materiais defensivos", diz Sebastião.

Na última safra de verão utilizaram 68.000 sementes por hectare e 50.000 na safrinha para uma população final de 62.000 e 45.000 plantas, respectivamente. O espaçamento reduzido para 70cm trouxe como benefício o aumento de produtividade, devido ao melhor arranjamento das plantas. A produtividade foi de 172sc/ha no verão e 84sc/ha na safrinha.

"Pudemos trabalhar com uma população maior. Mas, com isto, tivemos que balancear os nutrientes de forma equilibrada e suficiente para atender este aumento de plantas. Obtivemos um melhor controle das ervas, pois a cultura fecha o solo mais cedo. Para a próxima safra de verão já vamos trabalhar com espaçamento de 45cm. Antes de nos decidir procuramos informações no Encontro Difusores de Tecnologias, Boletim Informativo e Dias de Campo Pioneer. Estamos reduzindo espaçamento em função da facilidade em operações e pelo incremento em produtividade que vamos ter na safrinha", comenta José.

Os problemas encontrados foram os custos com plataforma e formas de plantio. Eles utilizam plantadeiras de discos e costumam fazer o plantio com velocidades entre 4,5 e 5km/h.

Na safra passada, as sementes foram tratadas com neonicotinóides na propriedade, mas para a próxima planejam adquirir semente tratada direto da Pioneer. "Com isso, vou estar eliminando um custo extra com mão-de-obra e tempo para tratar, além de uniformizar tratamento", argumenta Sebastião.

Em relação à adubação, parte é feita na base quando do plantio e parte em cobertura, dividida em duas parcelas a lanço. Já o controle de percevejos e lagartas é feito via tratamento de sementes e pulverização aérea. As plantas daninhas são controladas com a aplicação de herbicidas pós-emergentes.

"O importante é fazer rotação de culturas em, no mínimo, 30% da área. A comercialização da safra é feita nas cooperativas, sendo parte na colheita para cobrir os custos e o restante parcelado para obter melhores médias de preços no ano. Isso exige profissionalismo constante e, principalmente, conhecimento. Para isso, a Pioneer nos fornece informações, tanto pela internet como por publicações periódicas, conhecimento técnico e produtos que atendam as nossas necessidades como produtores", ressaltam Sebastião e José.​

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