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Notícias

18/07/2013

Segundo semestre promissor para agronegócio catarinense

​"O futuro é promissor para o agronegócio, o preço dos grãos e dos insumos deve subir, mas tudo indica que produziremos mais alimentos" observou o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), José Zeferino Pedrozo, na sexta-feira (12) durante reunião regional da entidade, em Chapecó. Participaram do encontro 60 dirigentes de Sindicatos Rurais.
 
O objetivo foi discutir a atual conjuntura do agronegócio, os desafios e as oportunidades do setor. De acordo com Pedrozo, o fornecimento de milho para o oeste de Santa Catarina e a construção de silos e armazéns são questões que preocupam o setor.
 
Pedrozo também enfatizou a importância dos dirigentes sindicais rurais participarem dos eventos da categoria. "Nosso desejo é de que nossas lideranças sempre estejam à frente e saibam sobre tudo o que está acontecendo no segmento", explicou. Também ressaltou os avanços no Plano Safra 2013/2014, do qual atende praticamente todas as reivindicações da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
 
O vice-presidente da FAESC e presidente da Cidasc, Enori Barbieri, abordou as perspectivas do mercado agrícola e as atividades da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina. "Neste ano os ventos sopraram positivamente. Exemplo disso são a emissão eletrônica da Guia de Trânsito Animal (e-GTA), a aprovação do Serviço Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-Suasa) e a abertura de novos mercados internacionais para a carne catarinense".
 
Barbieri antecipou que o lançamento oficial do Sisbi-Suasa será em agosto, no município de Chapecó. A meta é integrar 200 frigoríficos até 2014. Essas empresas abatem 12 mil suínos/dia com inspeção municipal no território catarinense.
 
A carne suína catarinense será um dos destaques deste segundo semestre, segundo Barbieri, principalmente com a abertura do mercado japonês, com o embarque no mês de agosto dos primeiros containers para os Estados Unidos da América, a reabertura da Ucrânia e o interesse da Rússia, que esteve recentemente em Santa Catarina para habilitar mais plantas industriais para exportação.
 
Na área de grãos, Barbieri destacou que os estoques mundiais estão se recompondo, porém o desafio é a logística. "O Brasil ainda tem espaço para ampliar e os preços devem se manter bons para o produtor. Em resumo, é possível afirmar que o setor vive um dos melhores momentos porque a metade dos empregos no País com carteira assinada foi criada pelo agronegócio", finalizou.
 
A pecuária de leite também continuará em um bom momento com perspectiva de aumento para o produtor rural. Porém, essa rentabilidade tem chamado à atenção do Governo Federal alertou o vice-presidente de finanças da FAESC, Nelton Rogério de Souza.
 
Segundo Souza, Santa Catarina elevou a produção/mês, enquanto outros Estados reduziram. "O Governo Federal também autorizou no nordeste a colocar água no leite em pó, imagina se amplia essa medida", comentou. Souza destacou que neste ano o produtor teve uma rentabilidade de 14% de janeiro a junho, neste mês de julho deve melhorar. "Sem dúvida, foi uma ampliação bastante significativa", complementou.
 
Para finalizar, o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/SC), Gilmar Zanluchi, explicou sobre o plano anual de trabalho do SENAR e o levantamento das demandas na área profissional rural. Zanluchi destacou que após sair na frente com o Pronatec e a Inclusão Digital, o SENAR/SC novamente é pioneiro, desta vez com o programa "Leite Legal". "Esta iniciativa é importantíssima e fará a diferença porque preconiza a qualidade do leite", explicou.
 
Também estiveram presentes o vice-presidente da região Oeste e presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Chapecó Américo do Nascimento e o vice-presidente da região extremo oeste, Adelar Maximiliano Zimmer.
 
 
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