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06/03/2014

Crédito agropecuário deve bater recorde no Espírito Santo

A movimentação do crédito agropecuário no ano-safra 2013/2014 deverá superar a casa dos R$ 2,2 bilhões e se tornar a maior da história do Espírito Santo, superando a safra 2012/2013, que foi de R$ 2,03 bilhões. O ano safra na agropecuária compreende o período de julho a junho.

Dados consolidados das instituições financeiras (bancos e cooperativas) que operam crédito rural no Estado registraram, somente no segundo semestre de 2013, a elaboração de 37,3 mil contratos e a liberação de R$ 1,43 bilhão para financiar o custeio e novos investimentos nas atividades agropecuárias e pesqueiras no território capixaba.

O desempenho no período foi 11,83% superior, quando comparado ao segundo semestre de 2012, e as projeções apontam que as operações que serão realizadas no primeiro semestre deste ano, até a conclusão do atual ano safra, vão superar a casa dos R$ 800 milhões.

“O Governo do Estado, em conjunto com as instituições financeiras do Espírito Santo e as organizações que representam os produtores rurais e pescadores capixabas, elaborou o Plano de Crédito Rural que disponibiliza recursos com taxas e prazos adequados às explorações agropecuárias, e esses montantes recordes de aplicação apontam para a modernização tecnológica dos cultivos e aumento da renda rural”, destaca Enio Bergoli, secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca.

Um dos destaques do Plano de Crédito 2013/2014 é o crescimento do número de operações na modalidade investimento para a agricultura familiar. Com quase 13 mil contratos, ante 8,5 mil do mesmo período da safra anterior, já são R$ 331,4 milhões investidos em novas estruturas e tecnologias para modernizar a produção agropecuária.

“Houve crescimento de 51% no número de operações de crédito para a agricultura familiar, e o atual valor médio de cada operação caiu de R$ 38 mil para R$ 25,6 mil, indicadores que comprovam o alcance do objetivo maior do Plano Safra, que é disponibilizar recursos de forma prioritária para que os micro e pequenos agricultores tenham oportunidade de melhorar as condições de trabalho e, consequentemente, ampliar a renda”, afirma Bergoli.​
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