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Notícias

02/05/2014

SDC contribui para formalização da Anater

O secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Caio Rocha, esteve presente durante a audiência pública realizada na Câmara dos Deputados com o intuito de discutir sobre a Lei nº 12.897 que autoriza o Poder Executivo a instituir serviço social autônomo denominado Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater).
 
Caio lembrou que, em fevereiro deste ano, o Ministério da Agricultura assinou um convênio no valor de R$ 4 milhões com o objetivo de capacitar médios produtores em regiões do semiárido brasileiro. “Foram quase 20 anos sem que houvesse programas de capacitação realizados pelo Ministério da Agricultura. Agora queremos, somente neste ano, investir o montante de R$ 100 milhões em recursos disponibilizados pelo Governo Federal, a fim de fortalecer os serviços de assistência técnica em todo o país”, ressaltou.
 
Por essa razão, o secretário afirmou que a formalização por meio de lei da Anater é de extrema importância para tornar ainda mais consolidado o trabalho da Assistência técnica e extensão rural. “A capacitação é essencial para a agricultura brasileira. Traz informação de qualidade aos produtores, aumenta a renda e a produção. E a Anater tem um papel fundamental e por isso é preciso que este decreto seja aprovado”, afirmou Caio Rocha.
 
Semiárido
 
Neste primeiro momento, o Mapa já destinou recursos para a prestação de serviços de assistência técnica para 3.560 médio produtores nos estados do Ceará, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte. Ao longo deste ano devem ser beneficiados um total de 100 mil médios produtores em todo o Brasil.
 
O convênio do semiárido tem a intenção de garantia assistência técnica para os médios produtores da região, desenvolvendo estratégias para melhorar a produção, como também as reservas de água e alternativas de produção de alimentos para animais, visando o aumento produtivo. Para este ano de 2014, as áreas prioritárias são: cadeia produtiva do leite, tecnologias do plano ABC, manejo integrado de pragas e agricultura orgânica.
 
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