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20/05/2014

Plano Safra 2014/15 vai disponibilizar mais de R$ 156 bilhões a produtores

O Plano Safra 2014/15 vai disponibilizar R$ 156,1 bilhões em recursos, sendo R$ 112 bilhões para financiamentos de custeio e comercialização e R$ 44,1 bilhões para os programas de investimento. O valor representa alta de 14,7% sobre os R$ 136 bilhões do plano anterior. O Plano Agrícola e Pecuário (PAP) começa no dia 1º de julho deste ano e vai até 30 de junho de 2015. O PAP foi lançado pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, nesta segunda-feira (19.05), em Brasília (DF).

O limite de financiamento de custeio, por produtor, foi ampliado de R$ 1 milhão para R$ 1,1 milhão, enquanto o destinado à modalidade de comercialização passou de R$ 2 milhões para R$ 2,2 milhões. Em ambos os casos, a variação foi de 10%.

Durante anúncio, a presidente Dilma Rousseff comemorou novo recorde da safra de grãos do Brasil, que vai chegar a 191,2 milhões de toneladas, mas destacou o avanço da produtividade em todas as frentes do agronegócio nacional. “A produtividade do agronegócio como um todo se manteve em elevação no Brasil e cresceu mais do que a área plantada tanto na agricultura quanto na pecuária", salientou. Segundo Dilma Rousseff, a produtividade cresceu devido aos avanços no melhoramento genético, controle de doenças e em pastagens.

A senadora Kátia Abreu, presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, também se mostrou satisfeita com o novo plano, mas pediu à presidente maior agilidade para liberação de defensivos agrícolas. “Com clamor pedimos a modificação para o registro de agroquímicos no Brasil. Enquanto os Estados Unidos demoram dois anos para obterem a liberação de agroquímicos, o Brasil chega a demorar de cinco a seis anos”, criticou.

As taxas de juros anuais também foram reduzidas nas modalidades voltadas para armazenagem, irrigação e inovação tecnológica, de 4% (5% no crédito de armazenagem para cerealistas); práticas sustentáveis, juros de 5%; médios produtores, de 5,5%; e máquinas e equipamentos agrícolas, de 4,5% a 6%. ​
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