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02/06/2014

Rica em grãos, região Oeste é importante para sustentabilidade da Bahia

“O Oeste baiano firma-se como uma região de grande importância no cenário agropecuário nacional, com produção diversificada e alta produtividade. Trata-se de uma grande geradora de empregos e renda, responsável por boa parte da economia do estado”, considera o secretário estadual da Agricultura, Jairo Carneiro. Ele destaca que a região tem hoje 2,2 milhões de área plantada, com previsão de colher 7,050 milhões de toneladas de grãos na safra 2013/2014, com destaque para a soja (3,3 milhões de toneladas); milho (2,3 milhões) e algodão (1,2).

No ano passado, a lavoura, principalmente o algodão, sofreu muito com a estiagem e com a Helicoverpa Armigera, praga que provocou mais de R$ 2 bilhões de prejuízos em nove municípios da região, lembra o secretário, afirmando que agora o cenário é propício para a recuperação da produtividade.

Esse otimismo, explica Carneiro, decorre por conta dos acréscimos dos números da safra atual, em relação à safra 2012/2013. A área total plantada passou de 2.246.415 para 2.276,403 hectares. A área plantada de soja cresceu 4,35%, a de algodão 20,03%, a de milho 6,85%, de feijão pérola 22,46%, e de café 11,85%. A área plantada com outras culturas cresceu 20,28%. A expectativa de produção é de 7.052,957,5 toneladas, contra 5.845.208,8 toneladas colhidas na safra passada. A produção de grãos no Oeste representa 90% do total do Estado.

Maior celeiro de grãos do Estado e um dos mais importantes do País, o Oeste avança também na produção de frutas e café, além de desenvolver a pecuária, com importante impacto na economia baiana. O secretário lembra que ações do governo do Estado atraíram para a região importantes empreendimentos como o implantado no município de Jaborandi, onde empresários neozelandeses instalaram o Laticínio Leitíssimo. O município de Luís Eduardo Magalhães foi escolhido pelo Grupo Coringa para implantação de um Complexo Industrial, com capacidade para processar 300 mil toneladas de milho/ano, além da Avícola Mauricéa, que também instalou-se no município, gerando centenas de empregos diretos e indiretos.

“Nosso esforço tem sido no sentido de dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelo ex-secretário Eduardo Salles, seguindo as diretrizes do governo Wagner para agroindustrializar a produção, gerando emprego e renda e melhores condições de vida para o homem do campo”, afirma Carneiro.

A região vem crescendo em média 10% ao ano e é exemplo de sustentabilidade tanto para a produção de consumo interno como para exportação de produtos de suma importância para a balança comercial da Bahia. “O Oeste tem avançado significativamente o nível tecnológico da lavoura, o que se reflete nos recordes de produção e de produtividade do algodão”.

O secretário destaca ainda que o governo do estado estimula e apóia o desenvolvimento da região, que será beneficiada pela maior obra estruturante da história do Oeste baiano, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). “A logística que está sendo implantada vai permitir a geração de novos empregos, tornará a região mais competitiva, e a fará crescer ainda mais rápido”, assegura.

A malha viária da região também está sendo ampliada, através de ações que se iniciam a partir de convênio entre a Secretaria de Infraestrutura e a Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), com participação da Secretaria da Agricultura, viabilizando a construção de estradas por meio de Parceria Público Privada (PPP). 

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