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04/06/2014

Lucas é 14º do país

Lucas do Rio Verde é um gigante do agronegócio estadual e nacional

A vocação agrícola de Lucas do Rio Verde (360 quilômetros ao norte de Cuiabá), em Mato Grosso, continua multiplicando bons resultados quando se fala em desenvolvimento do município. A cidade ocupa a primeira posição do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) com 0,8839 ponto, seguida de Primavera do Leste e Sinop, todas com alto nível de desenvolvimento. 

Lucas do Rio Verde é ainda a 14ª colocada no ranking nacional, a melhor colocação do Estado até agora. A nova colocação revela um salto de 46 posições, já que no estudo anterior Lucas estava em 60ª do país. O IFDM foi criado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) para acompanhar a evolução dos 5.565 municípios brasileiros, considerando os seguintes segmentos: Educação, Saúde, Emprego e Renda. 

Lucas do Rio Verde é um dos principais produtores estaduais de soja e milho. Com pouco mais de 45 mil habitantes, o município tem entre os seus melhores indicadores o IFDM de Saúde, acima de 0,880 ponto. Conforme a série histórica da Firjan, desde 2005, Lucas apresenta uma trajetória ascendente ano a ano. 

Nesta edição do IFDM, Mato Grosso não possui cidades com baixo desenvolvimento. A última posição no ranking é ocupada por Campinápolis, com IFDM 0,4566. No ranking das capitais brasileiras, Goiânia está na 7ª colocação, com IFDM 0,8133, Campo Grande está em 8º lugar com 0,8080 e Cuiabá está na 10ª posição, com 0,8042. Já o Distrito Federal ocupa o 12º lugar, com IFDM 0,7693. Na comparação com o estudo anterior, destaca-se a evolução de Goiânia, que ganhou três posições no ranking das capitais, com avanços nos indicadores de Educação e Saúde. 

No ranking estadual, das dez primeiras posições, nove - com exceção de Cuiabá - pertencem à cidades cuja economia é totalmente dependente do agronegócio. Depois de Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste e Sinop, os melhores índices estão em Nova Mutum, Cuiabá, Sorriso, Rondonópolis, Campo Novo do Parecis, Nova Marilândia e Campo Verde. Se Lucas tem o 14º melhor IFDM, Primavera do Leste (239 quilômetros ao sul de Cuiabá), por exemplo, mesmo sendo a segunda do Estado, é apenas a 104ª do país. Campo Verde (139 quilômetros ao sul de Cuiabá) ocupa a 414ª posição. Várzea Grande, que no ranking estadual é 37ª, no país é a 1.450ª. 

Em sua 6ª edição, o IFDM revelou que a região Centro-Oeste é a terceira mais desenvolvida do país, já que possui 77,9% dos seus municípios com IFDM superior a 0,6 ponto, percentual próximo ao observado no Sudeste. 

Conforme a Firjan, a região tem reduzido suas diferenças em relação às duas regiões líderes no estudo (Sul e Sudeste), por conta dos avanços no mercado de trabalho via ascensão do agronegócio, e das melhorias na Educação e na Saúde. O IFDM destaca ainda que o Centro-Oeste não possui cidades com baixo nível de desenvolvimento. 

O IFDM - Com recorte municipal e abrangência nacional, o IFDM avalia as condições de Educação, Saúde, Emprego e Renda de todos os municípios brasileiros. O índice varia de 0 (mínimo) a 1 ponto (máximo) para classificar o nível de cada cidade em quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de 0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1) desenvolvimento. 

No resultado geral, 3.653 (66,7%) cidades iniciaram a nova década em situação melhor do que quando terminaram a passada, sendo que apenas 332 (6% do total) alcançaram o nível de alto desenvolvimento. 

No ranking nacional do IFDM, houve a predominância total de São Paulo nas 10 primeiras colocações. Neste grupo, praticamente todas as cidades apresentaram alto desenvolvimento nas três áreas analisadas. A primeira cidade colocada no ranking foi Louveira (SP), com 0,9161 ponto, seguida de São José do Rio Preto (SP), com 0,9156. Nas duas últimas posições do ranking nacional estão Santa Rosa do Purus (AC), com 0,2819 ponto, e Atalaia do Norte (AM), com 0,2916 ponto. 

Entre as capitais brasileiras, Curitiba (PR) ocupou novamente o topo do ranking, enquanto São Paulo (SP) e Vitória (ES) alternaram suas posições. A capital paulista assumiu a segunda colocação por manter um bom desempenho na vertente Emprego e Renda, indo na contramão das demais capitais que, em grande maioria, apresentaram recuo na geração de empregos. Estas três cidades e Palmas (TO), quarta colocada no ranking das capitais, integram o rol dos 100 maiores IFDMs do Brasil. 
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