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Notícias

05/06/2014

Nova edição do Índice Global de Segurança Alimentar aponta avanços importantes

Pesquisadores do Economist Intelligence Unit (EIU) incluíram dois novos parâmetros de análise: obesidade e desperdício de alimentos.

Principais pontos:
 
-Patrocinado pela DuPont, estudo desenvolvido pelo Economist Intelligence Unit (EIU) adiciona dois novos parâmetros na análise: obesidade e desperdício de alimentos.
 
-Brasil é o segundo país da América Central & do Sul com melhor pontuação em segurança alimentar, atrás apenas do Chile.
 
-O melhor índice da região em Pesquisa & Desenvolvimento Agrícola é do Brasil, que dedica entre 1,5% e 2% do PIB agrícola para pesquisa.
 
-O Brasil foi modelo para algumas nações da região no que diz respeito à adoção de programas sociais que contribuem para a Segurança Alimentar.
 
-Com a maior oferta de alimentos e queda na dependência de ajuda alimentar crônica, o Brasil figura como uma potência agrícola e um grande exportador global. No entanto, os problemas de infraestrutura rodoviária e portuária ainda são críticos no país.
 
Observação:
 
-Informações mais detalhadas sobre a performance dos países da América Central e do Sul (com destaque para o Brasil) estão disponíveis no relatório (em inglês) disponível aqui.
 
-O índice está disponível para consulta pública em http://foodsecurityindex.eiu.com

A DuPont e o Economist Intelligence Unit (EIU) divulgaram em 28 de maio a nova edição do Índice Global de Segurança Alimentar (Global Food Security Index). O estudo aponta que 70% dos países presentes no estudo aumentaram suas pontuações em segurança alimentar quando o desempenho é comparado ao ano anterior. O índice de 2014 avalia 109 países, considerando 28 indicadores que monitoram o atual impacto dos investimentos em agricultura, iniciativas de colaboração e políticas na segurança alimentar global. Nesta nova edição, a ferramenta analisa o impacto da obesidade e do desperdício na oferta de alimentos seguros, nutritivos e economicamente acessíveis.

"O índice oferece um conjunto de métricas que nos permite acompanhar o progresso da segurança alimentar global e os resultados obtidos até agora são promissores", afirma Craig F. Binetti, presidente da DuPont Nutrição & Saúde. "No entanto, sabemos que ainda é preciso continuar promovendo a colaboração e a inovação, além de manter os investimentos em agricultura, alimentos e nutrição para superar o enorme desafio de alimentar a crescente população mundial."

A segurança alimentar é um desafio global, uma vez que a população aumenta em mais de 75 milhões de pessoas anualmente, com a perspectiva de atingir um número superior a 9 bilhões de habitantes até 2050. O preço é o principal obstáculo para o acesso aos alimentos, já que bilhões de pessoas no mundo já gastam metade ou três quartos da renda com alimentação. A maior escassez de água e terra arável, especialmente em países em desenvolvimento, também impõe desafios extras para a segurança alimentar.

Neste ano, o índice demonstrou que todas as regiões alcançaram avanços em relação ao ano anterior, mas a maior parte do progresso foi vista entre os países da África Subsaariana, impulsionados principalmente pela melhor estabilidade política e maior crescimento econômico. As pontuações nas Américas Central e do Sul e na região Ásia-Pacífico foram prejudicadas pela menor diversificação da dieta e redução do investimento público em Pesquisa & Desenvolvimento agrícola. Mesmo com o progresso geral, o índice demonstra que vários países continuam lidando com infraestrutura inadequada, riscos políticos e inflação no preço dos alimentos, enquanto as nações desenvolvidas lutam para se adaptar à urbanização e contra a crescente prevalência da obesidade.

Neste ano, a equipe do EIU adicionou dois novos países ao índice: Kuwait e Emirados Árabes Unidos. Ambos alcançaram pontuações entre excelentes e moderadas em todos os indicadores, exceto em investimentos públicos em Pesquisa & Desenvolvimento agrícola. No caso dos Emirados Árabes Unidos, a volatilidade da produção agrícola também apresentou notas baixas.

Outra novidade desta edição é a inclusão da obesidade como uma das variáveis de análise. Nesta edição, a equipe do EIU analisou o impacto da obesidade em todos os países desenvolvidos e em desenvolvimento. Nas nações em desenvolvimento, como México, Síria e Jordânia, quase um terço da população é obesa, taxas comparáveis com as obtidas pelos Estados Unidos.

"Ainda que a obesidade já tenha sido analisada de forma independente à segurança alimentar, hoje muitos estudiosos e formuladores de políticas estão considerando algumas relações entre os dois elementos", disse Leo Abruzzese, diretor do Economist Intelligence Unit Global Forecasting. "Isso vai fornecer informações para indivíduos, políticos, líderes do setor privado e todos aqueles que tentam entender como avançar nas duas frentes."

Outro novo indicador é desperdício de alimentos, que examina as perdas que ocorrem em vários estágios da produção de alimentos, como processamento, transporte e armazenamento ao longo da cadeia de abastecimento. Por exemplo, quando os produtos são deixados no campo ou em silos, estragam por causa de embalagens impróprias ou são consumidos por pragas.

O índice revelou que, embora países de alta renda tenham os melhores resultados nessa categoria, diversas nações da antiga República Soviética, como Uzbequistão, Tajiquistão, Bielorrússia, Azerbaijão e Ucrânia, tiveram pontuações tão boas quanto as obtidas em muitos países desenvolvidos, de alta renda. Países subsaarianos tiveram a pior marca nesse indicador - entre os 10 países com desempenho mais baixo, a perda de alimentos na cadeia de suprimentos variou entre uma nota de 9,5% no Malaui e um esmagador 18,9% em Gana.

A DuPont está empenhada em conduzir esforços de segurança alimentar localmente, de forma sustentável e colaborativa; visite http://foodsecurity.dupont.com ou siga a conversa no Twitter @DuPontBrasil usando #SegurançaAlimentar ou #FoodSecurity.
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Índice Global de Segurança Alimentar 2014 (vídeo em inglês)
James C. Borel apresenta o Índice Global de Segurança Alimentar e os progressos obtidos no ano passado. Nesta edição, o índice conta com dois novos fatores de análise (obesidade e desperdício de alimentos), oferecendo uma visão global dos desafios em segurança alimentar e nutricional.
 
Medindo os desafios em Segurança Alimentar (vídeo em inglês)
O ex-líder do senado norte-americano, Thomas A. Daschle, discute como o índice pode ajudar a mensurar e compreender os desafios globais em segurança alimentar e nutricional.
 
Entendo a segurança alimentar global (vídeo em inglês)
Em um esforço contínuo de contribuir para a segurança alimentar, a DuPont encomendou um índice inovador de Segurança Alimentar, desenvolvido pelo Economist Intelligence Unit (EIU). O índice fornece uma perspectiva global sobre a segurança alimentar, medindo as vulnerabilidades em mais de 100 países.
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Sobre a DuPont

A DuPont (NYSE: DD) traz ao mundo o melhor da Ciência em forma de produtos, materiais e serviços inovadores desde 1802. A companhia acredita que por meio da colaboração com clientes, governos, ONGs e líderes de opinião é possível encontrar soluções para os desafios globais, provendo alimentos saudáveis e suficientes para a população mundial, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis e protegendo a vida e o meio ambiente. Para mais informações sobre a DuPont e seu compromisso com a inovação, acesse www.dupont.com.
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