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09/06/2014

Concessão da BR-163 começa por pontos críticos

A decisão da Rota do Oeste de iniciar o contrato de concessão da BR-163 em Mato Grosso pelos trechos mais críticos foi bem recebida pela Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT). Coordenadora do Movimento Pró-Logística, que reúne entidades do setor produtivo na busca por melhorias na logística estadual, a associação já havia discutido com a empresa a hipótese de que pontos como o Posto Gil (Cuiabá/Nova Mutum) e o terminal ferroviário em Rondonópolis fossem a prioridade dos trabalhos.

“Essa mudança nos planos originais da concessionária mostra comprometimento com a população. Quem precisa se deslocar nesses dois pontos sabe que a situação é precária e precisa de ação emergencial”, observa o presidente da Aprosoja-MT, Ricardo Tomczyk. Os trabalhos começam dia 9 de junho e consistem em duplicação e recuperação da rodovia.

O primeiro trecho a ser trabalhado localiza-se no perímetro urbano de Rondonópolis e soma 22,7 km, alcançando a área do terminal multimodal de grãos da América Latina Logística (ALL). A concessionária prevê que o trabalho termine no segundo semestre de 2015.

Já nos próximos 30 dias, o trecho entre o Posto Gil, em Cuiabá, e a cidade de Nova Mutum recebe as equipes da Rota do Oeste. Nesse ponto, cerca de 80 km serão recuperados.

A BR-163 é a principal via de escoamento de grãos de Mato Grosso. De acordo com dados da Rota do Oeste, aproximadamente 70 mil veículos passam diariamente pela rodovia, dos quais quase 70% são de carga.

Conforme acordado na concessão, 453,6 km serão duplicados nos primeiros cinco anos de trabalho. Nesse primeiro momento, o investimento previsto pela concessionária é de R$ 2,8 bilhões. Nos 30 anos de concessão, a quantia a ser aplicada chegará a R$ 5,5 bilhões.

A Rota do Oeste é uma empresa da Odebrecht TransPort, companhia brasileira focada em mobilidade urbana, rodovias, sistemas integrados de logística e aeroportos.
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