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Notícias

12/08/2013

MT amplia área em 9,5%

Mato Grosso deve ampliar em 9,5% o uso de tecnologias geneticamente modificadas na safra 2013/14. O Estado líder nacional na produção de grãos e fibras, já liderava a adoção dos GMs "em soja, milho e algodão" e no próximo ciclo consolida sua posição, justamente quando essas novas variedades acabam de completar dez anos de uso no Brasil.
 
Se a projeção divulgada no início do mês pela Céleres Consultoria se confirmar, serão cultivados a partir de setembro, 10,7 milhões de hectares (ha) com GMs, o que indica uma cobertura de 89,1% da área cultivada com as três culturas no Estado. Conforme o 1º acompanhamento da adoção de biotecnologia agrícola para a safra 13/14 da Céleres, a adoção da biotecnologia agrícola no Brasil, considerando as três culturas, deverá totalizar 40,3 milhões/ha 87% do total a ser plantado - com um crescimento de 7,3%, ou 2,73 milhões a mais em relação à safra anterior. A sojicultura segue liderando a preferência por GMs no campo.
 
A projeção mostra que os 10,7 milhões/ha que serão cultivados no Estado na nova safra terão a seguinte configuração: 11,6% deles receberão a tecnologia com resistência a insetos (RI), 59,9% sementes com tolerância aos herbicidas (TH) e 17,6% com cultivares de genes combinados (RI/TH).
 
A safra de soja deverá contabilizar 7,56 milhões/ha no Estado cultivados com variedades GMs, a adoção representa 91% da área a ser cultivada. Conforme a Céleres, a área total no Estado será de 8,31 milhões/ha que deverão produzir 25,70 milhões de toneladas (t). Com este cenário, a Céleres não observou intenções na adoção de RI, mas a tecnologia TH deve cobrir 83,9% da área e outros 7,1% com RI/TH.
 
Para o milho segunda safra, a Céleres estima uma área total de 3,12 milhões/ha no Estado e produção de 19,35 milhões t. Os GMs cobririam 92% da superfície, sendo 40,1% com RI, 4,8% com TH e 47,1% com RI/TH.
 
Para a cotonicultura a área estimada é de 520 mil/ha com produção de pluma de 790 mil t. Dentro desta projeção, 43,6% da área será coberta com cultivares transgênicas sendo 22,3% com RI, 14,3% com TH e 7% com RI/TH.
 
Como explica o CEO da Céleres, Anderson Galvão, a adoção da biotecnologia agrícola por estados continua mostrando a distribuição das culturas transgênicas pelos principais produtores do país, inclusive regiões consideradas de nova fronteira agrícola, como o BAMAPITO, sigla que agrega os estados da Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins.
 
No ranking nacional de adoção da tecnologia geneticamente modificada, além de Mato Grosso estão, o Paraná, com 7,2 milhões de hectares de lavouras transgênicas, +5,6% de crescimento no comparativo com 12/13. O Rio Grande do Sul aparece em seguida, com 5,6 milhões de hectares, acréscimo de 2% em relação ao ano anterior.
 
 
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