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Notícias

10/07/2014

Mais uma revisão positiva ao MT

MT é o estado que mais expandiu área e produção nesta safra no país

A previsão de safra para o ciclo 2013/14, em Mato Grosso, foi acrescida em relação à projeção anunciada no mês passado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Pelo segundo mês consecutivo, a correção positiva ampliou a vantagem mato-grossense sobre os demais produtores nacionais, ratificando o Estado como o maior produtor do período – pelo terceiro ano seguido – com 47,11 milhões de toneladas. 

Na comparação com a safra passada, quando foram consolidadas 45,90 milhões de toneladas, a expansão em 2014 pode chegar a 2,6%, caso a correção divulgada pela Conab se confirme. No mês passado, quando fez a primeira revisão para cima à produção estadual, se projetou 47,06 milhões. Além de assegurar a liderança na produção nacional, Mato Grosso, com essa nova estimativa, repete a participação no total do país, ao ofertar um quarto da safra sozinho, ou seja, 47,11 milhões de toneladas de um volume de 193,87 milhões. No Centro-Oeste, o Estado será responsável por 59% da produção, prevista em 80,13 milhões. 

Completam o ranking dos três maiores produtores agrícolas do Brasil, o Paraná, com previsão de 35,40 milhões de toneladas (-3,2%) e o Rio Grande do Sul (+1,8%). 

As duas revisões positivas, uma em junho e a outra agora em julho, foram possíveis pelo incremento da produção das três principais culturas – culturas essas em que o Estado lidera a oferta no Brasil – mato-grossenses: soja, milho segunda safra e algodão. A pluma é a que mais cresceu em relação ao realizado no ano passado. 

SOJA – Mesmo com a colheita encerrada desde o início de abril, em Mato Grosso, a soja segue contabilizando correções mensais, mas que têm contribuído para os números globais desta safra. Neste ciclo, com o incremento de quase 15% na produção, o Estado passa a ofertar sozinho 31% da oleaginosa nacional, ante participação de 28,88% no ano passado. Conforme dados da Conab, serão 27,01 milhões de toneladas contra 27 milhões apuradas no mês passado e 23,53 milhões em 2013. Essa evolução anual está projetada em 14,8%. O país deve finalizar o ano-safra com 86,27 milhões de toneladas, incremento de 5,9% em relação à safra anterior. A área cultivada cresceu 10,2% no Estado, ao passar de 7,81 milhões de hectares para 8,61 milhões. 

ALGODÃO - Mato Grosso, além de manter a liderança na produção da fibra, amplia mais ainda a participação no volume nacional para 56%. E nesta safra, vai consolidando um outro destaque: foi o Estado que mais expandiu área e produção, entre os grandes, nesta safra: 35% e 31,4%, respectivamente. A estimativa de área plantada nesta safra, como aponta a Conab, é de atingir 641,7 mil hectares, ante aos 475,3 mil hectares cultivados na safra anterior. “Nesse estado, nota-se de forma acentuada, a tendência acima destacada, de preferência, por parte dos cotonicultores, do plantio do algodão segunda safra, evitando as chuvas que podem coincidir com o período de colheita do algodão primeira safra”. 

Conforme a Companhia, a recuperação dos preços no mercado interno ao longo de 2013, favorecida pela oferta mais restrita, a elevação dos preços no mercado externo com tendência de manutenção e os atuais níveis de preços das commodities concorrentes, notadamente a do milho, justificam o referido incremento na área plantada com algodão no país. Neste ciclo, o Brasil deve encerrar a safra do algodão com oferta de mais de 1,69 milhão de toneladas de pluma, 29,5% a mais, que na safra passada. 

MILHO – A previsão da segunda safra mato-grossense segue negativa em relação ao ano passado, mas assim como ocorreu em junho, neste mês a Conab reduziu a diferença. A safrinha deve somar 16,52 milhões de toneladas, 14,6% menor que no ano passado. Em junho a previsão para o Estado era de 16,41 milhões. Em relação à área plantada, o recuo é de 4,3%, de 3,34 milhões de hectares para 3,20 milhões. “Mato Grosso, que representa a maior produção nacional do cereal de segunda safra, apresentou redução na área. Este fato, combinado com os problemas climáticos no início do plantio e também em estágios importantes da lavoura, propiciou a maior queda da produção nacional”. 

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