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Notícias

17/07/2014

Colheita do milho safrinha atinge 9% em MS

Os agricultores de Mato Grosso do Sul já colheram aproximadamente 150 mil hectares da área destinada ao cultivo de milho safrinha no Estado, o equivalente a 9% da área total de 1,5 milhão de hectares. Os dados foram divulgados pela Aprosoja/MS - Associação dos Produtores de Soja de MS, por meio do Siga – Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio, atualizado nesta quarta-feira (16.07).
 
Devido as condições climáticas favoráveis à colheita, a região Centro-Norte de Mato Grosso do Sul apresentou aumento considerável no percentual de área colhida. Chapadão do Sul e Costa Rica atingiram os números mais expressivos, com 20% da área dedicada ao cultivo do milho safrinha já colhidas nestes municípios. A média colhida da região Centro-Norte soma 11,5%.
 
Já ao Sul do Estado, onde as chuvas foram mais intensas, não houve grande evolução desde o início da colheita. Os municípios de Maracaju e Dourados, dois dos maiores produtores de grãos do estado, continuam com a mesma porcentagem de área colhida desde a semana passada, o equivalente a 5% da área de cada município. Os mais adiantados na colheita da região Sul são Amambaí, com 13% da sua área colhida, Caarapó (12%) e Rio Brilhante (10%). A região Sul soma 6,6% da colheita estadual.
 
Mercado Externo
 
Segundo dados divulgados pela Secex - Secretaria de Comércio Exterior e tabulados pelos técnicos da Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS, Mato Grosso do Sul exportou no primeiro semestre deste ano 254 mil toneladas de milho.
 
No primeiro semestre de 2014 o principal comprador do milho sul-mato-grossense foi o Vietnã, com pouco mais de 54 mil toneladas e 21,3% do total. Em seguida aparece a Malásia, com mais de 30 milhões de toneladas, ou 12% do total.
 
Quanto ao canal de escoamento do milho produzido em Mato Grosso do Sul, no primeiro semestre de 2014 a principal porta de saída, ao contrário da soja, foi o porto de Santos (SP), com pouco mais de 112 mil toneladas, ou 44% do total. Paranaguá, principal porto de escoamento da soja, foi o segundo maior canal de exportação do milho, com 86,3 mil toneladas, 34% do total destinado à exportação.
 
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