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Notícias

22/08/2014

Maior empregador do CO

Mato Grosso criou 3.741 novas vagas de empregos formais, aqueles com carteira assinada, em julho. O saldo, que é o resultado da movimentação entre as contrações e as demissões realizadas no mês, não é o melhor da série histórica do Estado para julho, mas é o maior contabilizado na região Centro-Oeste, e, o sexto do país, atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pará e Minas Gerais, pela ordem.

 

Conforme dados divulgados ontem pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), revelam que mesmo contabilizando o período pós-Copa – Cuiabá, capital de Mato Grosso foi uma das 12 sedes do Mundial no Brasil – no qual muitos esperavam pela retração da economia e consequente aumento das demissões e retração das admissões, a geração de empregos no Estado foi a terceira maior do ano, atrás apenas dos saldos de janeiro, 10.264, e de fevereiro, 7.418. Contribuíram para o fechamento positivo os setores da agropecuária (+2.831 postos), do comércio (+400 postos) e da construção civil (+383 postos).

 

A agricultura volta a ser a maior empregadora do Estado, pela segunda vez no ano, graças à retomada dos trabalhos no campo com a colheita da segunda safra agrícola, centrada basicamente em milho e algodão.

 

No mês passado, Mato Grosso contratou 42.011 trabalhadores e demitiu 38.270, gerando um saldo de novas vagas de 3.741 postos. O resultado supera o contabilizado em junho (3.412) na comparação mensal, mas é quase 15% inferior ante julho do ano passado, quando o saldo foi de 4.396 vagas. Considerando a série histórica do Caged para julho no Estado, as mais de 3,7 mil vagas do mês passado são o menor saldo desde 2011, 4.517.

 

Considerando o acumulado dos sete primeiros meses de 2014, Mato Grosso gerou 25.681 novas vagas de empregos formais, porém, o resultado é 17% menor quando comparado ao realizado em igual período do ano passado com 31.129 novos postos.

 

BRASIL - Como destacou a Agência Brasil, o país registrou a menor geração de vagas formais em 15 anos. O número de empregos formais criados no Brasil em julho chegou a 11.796, resultado de 1.746.797 admissões e 1.735.001 desligamentos. Em julho de 1999, haviam sido criados 8.057 postos de trabalho.

 

O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, acredita que a geração de empregos no país voltará a crescer até o final de 2014. Segundo ele, a segunda metade do ano costuma registrar a criação de mais empregos com carteira assinada do que a primeira, impulsionada, por exemplo, pela contratação de mão de obra para o período de festas de fim de ano.

 

Manoel Dias reconheceu o recuo na geração de empregos, que já chegou a registrar mais de 203 mil vagas, em julho de 2008, mas demonstrou otimismo para sair do “fundo do poço”. A Copa do Mundo, segundo o ministro, contribuiu para os resultados. “A Copa afetou porque, na medida em que você reduz o número de dias trabalhados, você reduz o número de contratados”, disse.

 

No recorte geográfico, três das cinco Grandes Regiões apresentaram aumento no emprego, com destaque para a região Norte, com geração de 9.438 postos, Centro-Oeste, com 6.324 postos gerados e Nordeste que gerou 6.013 postos formais no mês. Em termos absolutos, é a primeira vez que a região Norte lidera a geração de empregos no ano. O resultado foi proporcionado pelo desempenho do Pará (+ 6.287 postos) devido, principalmente, ao saldo positivo da Construção Civil (+4.727) naquele estado.

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