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Notícias

01/10/2014

Maioria das praças de estabilidade nos preços do milho

O levantamento realizado na terça-feira (30) foi de estabilidade na maioria das praças pesquisadas. Em Campo Novo do Parecis, o valor registrou aumento de 4,17%, com a saca cotada a R$ 12,50. No Porto de Paranaguá, o dia também foi de alta, de 2,22%, com a saca do cereal negociada a R$ 23, aumento de R$ 0,50, em relação a segunda-feira (29).

Na contramão desse cenário, em São Gabriel do Oeste (MS), a queda foi de 1,32% e a saca do milho fechou a terça-feira (30) cotada a R$ 15,00. Em Luís Eduardo Magalhães (BA), o recuo foi de 2,70%, com a saca de milho negociada a R$ 18,00.

O movimento positivo registrado no Porto de Paranaguá é reflexo da recente alta da moeda norte-americana. Apesar da queda registrada nesta terça-feira (30), o dólar fechou o dia cotado a R$ 2,44, a moeda acumula alta de 9,33% somente no mês de setembro.

"Ainda assim, o preço é insuficiente para estimular as vendas, pois temos a queda nos valores praticados na Bolsa de Chicago. Como consequência teremos mais produto no mercado, o que tende a impactar na formação dos preços", explica o consultor de mercado, Étore Baroni.

Diante desse cenário, é preciso que haja uma aceleração nas exportações brasileiras de milho. A perspectiva é que até o final de setembro, os embarques do cereal fiquem próximos de 2,7 milhões de toneladas. Já a Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais) aposta que nos próximos meses, até o final do ano, as exportações deverão oscilar entre 2 milhões até 2,7 milhões de toneladas.

Porém, alguns analistas sinalizam que o volume pode não ser suficiente para que a projeção feita pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), de 21 milhões de toneladas, seja alcançada. Até o momento, em torno de 5,7 milhões de toneladas do cereal já foram asseguradas por meio dos leilões de Pepro (Prêmio Equalizador Pago ao Produtor).

Esse quadro tem impactado diretamente na decisão de plantio dos produtores rurais. Nesta safra, nas principais regiões produtoras, os números dão conta da redução da área de milho, uma vez que os agricultores deverão investir na soja. Os analistas também ressaltam que a situação pode influenciar o planejamento da próxima safrinha.

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