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Notícias

07/10/2014

Instrutores do Senar de oito Estados recebem capacitação sobre ILPF em MS

Mato Grosso do Sul foi o polo da qualificação de 25 instrutores do Senar – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de diversas regiões do Brasil que, entre os meses de agosto e outubro, vieram até o Estado conhecer a importância da integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), sua aplicabilidade e eficiência. O objetivo da qualificação, desenvolvida pelo Senar Central, em parceria com o Senar/MS e a Embrapa Gado de Corte – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, é difundir os benefícios do sistema de integração para a recuperação de áreas, além de promover a utilização de novas culturas.

O encerramento da capacitação ocorreu na Embrapa Gado de Corte, em Campo Grande, com a presença de instrutores de Alagoas, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Paraná, Pernambuco, Piauí e Pará. Dividida em seis módulos e com mais de 50 palestras, as 120 horas de aulas presenciais e duas visitas técnicas foram totalmente gravadas, para posteriormente serem transformadas em conteúdo de ensino à distância (EAD).

O superintendente do Senar/MS, Rogério Beretta, exaltou a nova fase de qualificações da instituição, destacando os resultados já adquiridos através dos investimentos em profissionais capacitados. “A nova fase de inovação do Senar, incluindo EAD, Rede e-Tec e os Centros de Excelência, vão revolucionar as capacitações no País. As parcerias nos auxiliam a formar instrutores mais qualificados e atendimentos técnicos mais estruturados aos produtores”, destacou.

A relevância do sistema ILPF foi evidenciada pelo chefe-geral da Embrapa Gado de Corte, Cleber Soares. “O assunto é estratégico para o agronegócio brasileiro, influencia diretamente na produtividade eficiente e essa capacitação é importante para levar informação de qualidade e consciente ao produtor rural”, enfatizou.

Instrutora do Senar há mais de 10 anos, Cristiane Duarte da Silva veio do Pará conhecer o sistema e percebeu que o ILPF pode, além de atuar como opção de renda, colaborar para a preservação ambiental. “Na região onde moro e atuo, o produtor poderá perceber que além do extrativismo, a pecuária pode ser uma interessante fonte de renda, colaborando para uma nova consciência”.

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