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Notícias

10/11/2014

Soja: Mercado espera números do USDA e inicia semana na estabilidade


Os preços da soja começam a semana buscando manter a estabilidade, porém, oscilando entre os dois lados da tabela na Bolsa de Chicago à espera dos três relatórios que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta segunda-feira (10). Por volta das 7h40 (horário de Brasília), os principais vencimentos subiam entre 3,50 e 4,75 pontos. 

Hoje, o departamento agrícola norte-americano traz seu novo boletim mensal de oferta e demanda e as expectativas do mercado indicam para um aumento na safra de grãos do país, tanto de soja quanto de milho. Para a soja, o esperado é que a projeção do USDA aumente de 106,8 milhões para 108 milhões de toneladas. 

Além disso, hoje serão divulgados ainda os números dos embarques semanais norte-americanos - que estão acontecendo em um ritmo muito mais forte do que o registrado em anos anteriores, e também os de acompanhamento de safra, que trazem a evolução da colheita nos Estados Unidos até o último domingo (9). 

Na segunda-feira passada (3), os embarques de soja vieram em 2.770,997 milhões de toneladas e o acumulado na temporada em 1.009,500 milhões de toneladas. Sobre a colheita de safra, o USDA mostrou que 83% da área já havia sido colhida e assim se alinhava com a média dos últimos cinco anos. O esperado para o relatório de hoje é um número já acima de 90%. 

No Meio-Oeste americano, as condições climáticas continuam a favorecer os trabalhos de campo, segundo informações do MDA Weather Service. Segundo o instituto meteorológico, há um padrão de clima mais seco no Corn Belt e há portanto, no mínimo, uns 10 bons dias para a colheita. "O mercado ainda observa um cenário um pouco mais confortável nos estoques", afirma um analista internacional à Bloomberg. 

Paralelamente, o mercado espera ainda a consolidação da safra da América do Sul. No Brasil, as chuvas ainda não estão generalizadas e de volume adequado para que o plantio possa transcorrer no ritmo habitual e anular o atraso que vem sendo registrando em quase todas as regiões produtoras. Na Argentina e no Rio Grande do Sul, a situação é oposta, já que o excesso de chuvas também vem comprometendo o cultivo da nova safra. 

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