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Notícias

13/11/2014

Exportações baianas apresentam crescimento pelo terceiro mês consecutivo


As exportações baianas somaram, em outubro deste ano, US$ 753,5 milhões, superando em 4,7% o valor apurado em igual mês de 2013. De acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), vinculada à Secretaria do Planejamento, contribuiu para esse resultado a recuperação da economia dos Estados Unidos, o que vem favorecendo as vendas de produtos químicos e petroquímicos.

Segundo a SEI, os embarques desses produtos para os Estados Unidos cresceram 154% no mês.

Também foi registrado aumento das vendas das commodities agrícolas – algodão (65%), soja (91,6%), sisal (66,5%) e fumo (245%) – beneficiadas por uma safra maior, pela antecipação de embarques em função da tendência negativa dos preços internacionais e menor demanda interna.

O desempenho positivo das exportações em outubro resultou do aumento de 10,2% no volume embarcado, mesmo com a queda generalizada de preços das commodities agrícolas e minerais no mercado internacional. Em outubro, os preços médios dos produtos exportados pela Bahia recuaram 5% comparados a outubro de 2013, enquanto que no ano a queda chega, na média, a 10%.

No acumulado até outubro de 2014, as exportações seguem ainda 7% inferiores a igual período do ano passado – US$ 7,93 bilhões. De acordo ainda com a SEI, essa situação teve influência de três fatores. O primeiro é que as economias dos países desenvolvidos, como Estados Unidos e União Europeia, não deslancharam como se previa, resultando na diminuição da demanda por produtos da pauta baiana.

O segundo é a queda de preços de alguns produtos maior que a esperada. A soja, por exemplo, caiu 30% nos últimos 12 meses, o milho (27%), o algodão (28%) e o petróleo (23,5%).

Como terceiro fator é apontada a queda na demanda da Argentina, principal comprador de manufaturados baianos. No total, as exportações para o país vizinho recuaram 37% até outubro em relação ao mesmo período de 2013.

Quanto às importações, em outubro, houve redução de 18%, atingindo US$ 834,8 milhões. A queda decorreu do recuo nas compras externas de produtos intermediários (insumos e matérias primas), reflexo da redução da atividade industrial, da ordem de 5,3% no acumulado do ano.​
 
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