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Notícias

14/11/2014

Estradeiro encontra melhores condições em estradas do Leste, diz Aprosoja MT

Já dentro do estado do Pará, a expedição Estradeiro BR-158 completou a metade da viagem de sete dias, para percorrer 3,5 mil quilômetros e avaliar as condições de trafegabilidade de duas rotas para escoamento da produção. Em relação ao cenário identificado em setembro do ano passado, os membros da comitiva encontraram várias melhorias ao longo das quatro rodovias estaduais e uma federal vistoriadas nos quatro primeiros dias.
 
“A situação está bem melhor do que aquela encontrada em setembro do ano passado, quando fizemos a expedição por esse mesmo caminho. Encontramos uma evolução muito boa até agora, inclusive com as pontes”, ponderou o diretor executivo do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz Ferreira. Coordenado pela Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e executado com parceiros do setor produtivo mato-grossense, o movimento quem realiza e coordena o estradeiro. O grupo em caravana soma dez pessoas, com profissionais da área de infraestrutura de logística.
 
Da primeira rota da viagem, cuja meta é chegar a Marabá (PA), para visitar o porto da região, os viajantes já percorreram as rodovias estaduais MT-020, MT-322, MT-430 e MT-437. Uma a uma passou pela avaliação do grupo. Entre Paranatinga e Canarana, leste do Estado, dos oito lotes de obras de pavimentação da MT-020, o oitavo já está asfaltado, e o sexto, em avançado trabalho de terraplanagem.
 
Nas MTs 430 e 437, na região de São José do Xingu e Confresa, as pistas foram avaliadas como excelentes, inclusive bem sinalizadas, pontua o diretor do Movimento Pró-Logística. Apenas a MT-322, ainda não pavimentada, apresentou condições ruins.
 
Quanto à BR-158, no trecho de Espigão d’Oeste, o chamado “Baianos”, apresenta boas condições até Ribeirão Cascalheira. No trecho de Alto Boa Vista, depois que entra nas terras indígenas Maraiwatséde, está esburacada. Entre Confresa e Vila Rica, dos 48 Km interrompidos para pavimentação, 17 Km já foram finalizados. Depois, nas proximidades do Km 201, já dentro do Pará, as condições da rodovia voltam a ficar boas. No percurso entre Santana do Araguaia e Redenção (196 Km) há poucos buracos.
 
“Quando passamos no ano passado, havia cinco pontes em péssimas condições. Hoje, foram recuperadas e algumas já estão sinalizadas. De uma maneira geral, está tudo em melhores condições. Agora, vamos até Marabá para voltar por um outro caminho, para chegar à estação de transbordo ferroviário do Tocantins”, esclareceu Ferreira.
 
Por meio do acesso ao porto do Marabá, rota de ida da expedição, é possível escoar cerca de 10 milhões de toneladas de grãos. Na navegação pelo rio Tocantins, chega-se aos portos de Vila do Conde, em Bacarena (PA), e Outeiro, em Belém. Na rota de volta do Estradeiro, os integrantes passarão pelo terminal ferroviário de transbordo de Palmeirante, localizado na cidade de Colinas do Tocantins, no Tocantins. Por ele, a produção pode ser escoada até o porto de Itaqui, no Maranhão.
 
A produção de grãos da região Leste de Mato Grosso deve chegar a 24 mil toneladas dentro dos próximos dez anos. Daí a necessidade de se expandir as alternativas de rotas de escoamento pelo Norte e o Nordeste do país. O Estradeiro da BR-158 termina no domingo.
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