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Notícias

11/12/2014

Geller diz que resultado do levantamento de safra reflete futuro promissor do agronegócio

A estimativa de produção para a safra 2014/2015 está fixada em 201,5 milhões de toneladas, com uma variação positiva de 4,2%, representando um acréscimo de 8,1 milhões de toneladas,  quando comparado às 193,4 milhões de toneladas da safra 2013/2014. Este resultado, já sem os intervalos das estimativas anteriores, está detalhado no terceiro levantamento da safra de grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quarta-feira (10).
 
A soja é a cultura que vem superando destaques nos levantamentos, com crescimento na produção, mesmo em face do quadro internacional de superoferta de grãos. A evolução da oleaginosa atingiu 11,2%, o equivalente a um aumento de 9,7 milhões de toneladas, totalizando 95,8 milhões. A produtividade pode sofrer alterações face às mudanças de clima e aos efeitos fitossanitários neste processo evolutivo da cultura. 
 
Para o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, o avanço da produção reflete as políticas que estão sendo adotadas para o crescimento da agricultura no Brasil. “Temos um futuro promissor e a tendência é de crescimento, como já temos visto neste terceiro levantamento da safra 2014/2015. Os mercados estão se abrindo e temos boas perspectivas para os próximos meses. Para se ter uma ideia, já foram captados 30% dos recursos disponibilizados pelo Plano Agrícola e Pecuário (PAP) para correção de solo, novas tecnologias para o campo, estrutura para as propriedade. Tudo isso a fim de estimular a produção no país”, afirmou.
 
 
Área
 
O plantio ocupará uma área de 57,8 milhões de hectares, com um acréscimo de 1,5% a mais em relação à safra passada, quando registrou 56,96 milhões de hectares. Quanto à soja, o crescimento é de 4,9%, o que equivale a 1,5 milhão de hectares a mais. A ocupação total da área da oleaginosa vai chegar a 31,7 milhões de hectares.
 
Os técnicos estiveram em campo do dia 23 a 29 de novembro, conferindo dados com agrônomos, representantes de cooperativas, de secretarias de agricultura, órgãos de assistência técnica e extensão rural (oficiais e privados), além de agentes financeiros, comerciais e revendedores de insumos.
 
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