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29/08/2013

Bancos vão se unir para financiar concessões na área de infraestrutura

Fonte: Jornal Nacional
 
Bancos públicos e privados vão se unir em um consórcio para financiar concessões na área de infraestrutura. A iniciativa faz parte da estratégia para tirar do papel o projeto do governo de modernização de rodovias e ferrovias.
 
Curvas fechadas num trecho da BR-116 ainda com mão dupla. O resultado, destroços de acidentes, vai ficando pela rodovia.
 
"Estrada é perigosa. Muita curva. Então tem que ter muita cautela para dirigir", comenta um motorista.
 
E em uma carona, na BR-040, o desabafo.
 
"Aqui tem muito acidente e acidente em alta velocidade, acidente perigoso. Acidente de vítima, muita vitima", conta o caminhoneiro Adalberto Martins.
 
Há um ano o governo anunciava investimentos de R$ 133 bilhões para modernizar e ampliar 7,5 mil quilômetros de rodovias e 10 mil quilômetros de ferrovias. Em quase todo o país. Mas até agora nenhum leilão foi feito. O primeiro, das rodovias, está previsto para o próximo dia 18, o da BR-050 e o da BR-262.
 
Nas ferrovias, o primeiro leilão está previsto para outubro. O trecho que liga Açailândia, no Maranhão, a Barcarena, no Pará. A Confederação Nacional da Indústria critica o atraso do programa.
 
"Quem paga essa diferença do transporte não é o governo, não é o estado, é o produtor. Quando ele paga essa conta ele deixa de ter uma rentabilidade adequada e com isso ele deixa de investir", explica o presidente do conselho de infraestrutura da CNI, José Mascarenhas.
 
Na semana passada, o Jornal Nacional mostrou: à espera de transporte, produtores de milho de Mato Grosso não têm onde estocar a safra. Grãos se acumulam a céu aberto.
 
Criticado, o governo diz que agora vai dar certo. Nesta terça, em São Paulo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, se reuniu com representantes dos maiores bancos públicos e privados do país. E decidiram criar um sindicato, um consórcio de bancos para financiar as concessões. Com o governo cobrindo parte dos riscos.
 
E o presidente da empresa de planejamento e logística mostra que no projeto original, muita coisa mudou.
 
"Desde a projeção de tráfego, o valor dos investimentos até finalmente ajustar qual era a taxa de retorno que melhor contemplava os riscos do projeto e as condições de retorno que os investidores esperavam", explica o presidente da empresa de planejamento e logística, Bernardo Figueiredo.
 
 
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