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Notícias

27/01/2015

Classificador de grãos se torna profissão promissora em Mato Grosso


Com salários que variam de R$ 1,2 mil para um classificador iniciante a R$ 8 mil como coordenador, a profissão de quem avalia a qualidade do grão vem chamando à atenção de quem busca oportunidades na área do agronegócio. Para preparar a mão de obra o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) oferece o treinamento de 40 horas de Classificação de origem vegetal com ênfase em soja e milho.

Segundo o Sindicato Rural de Água Boa (730 km de Cuiabá) a procura é grande pela capacitação. Uma turma de 15 participantes foi realizada na semana de 12 a 15 de janeiro no Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município. Ângelo da Silva, 30 anos, trabalha há dois anos  na Fazenda Brinquedos Bandeirantes, que atua na agropecuária e é um dos que participaram do treinamento. “Para a empresa é interessante ter um classificador no seu quadro de funcionários. É uma maneira da empresa se precaver, quando entregamos a soja no armazém podemos saber se o classificador da trade está fazendo uma avaliação honesta, agora ele não vai falar com um leigo”, afirma.

O instrutor credenciado junto ao Senar-MT, Darcio Carvalho Borges, reforça a importância dos produtores rurais terem um classificador na hora da negociação. “Não é uma classificação oficial, mas é a praticada pelo mercado, fazendo com que o produtor ganhe alguém que pode argumentar com outro profissional na hora da negociação”, destaca. “A carga horária é suficiente para preparar o participante, mas é claro que depende da dedicação de cada um se desenvolver na função”.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Água Boa, Antonio de Melo, popularmente conhecido por Tonico, em 2014 foram realizados 52 cursos da instituição no município capacitando cerca de 700 pessoas. “As áreas mais procuradas são de máquinas e segurança no trabalho”, lembra.

 

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