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09/02/2015

Aprosoja volta a classificar grãos em Mutum e Campo Verde

Os núcleos da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) de Campo Verde e Nova Mutum retomaram o projeto de classificação de grãos para a comercialização da safra 2014/2015. As unidades contrataram empresas especializadas no serviço e já colocaram à disposição dos produtores da região. A medida visa à equalização e à uniformização das avaliações da qualidade da soja antes de a produção ser entregue às empresas que comercializam o produto, para não haver discrepância nos preços pagos.

Em Nova Mutum, o serviço é oferecido aos produtores pelo segundo ano consecutivo. Em 2014, depois de vários produtores se depararem com prejuízos a partir da avaliação das tradings, foram orientados pela equipe técnica da Aprosoja a adotar o trabalho de profissional especializado em classificação de grãos, credenciado inclusive pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Conforme o delegado do núcleo, Emerson Zancanaro, assim que o classificador começou a atuar, houve a equalização da qualidade. “Neste ano, estamos reeditando o projeto já de forma preventiva”, esclareceu.

Na cidade do médio norte, os produtores interessados podem procurar a sede do Sindicato Rural desde quinta-feira (05). O classificador fica na unidade e pode receber lá mesmo as amostras dos produtores. Os agricultores podem ainda solicitar a presença do classificador na propriedade para avaliar o produto dentro do caminhão, antes de ser entregue à trading. O serviço estará disponível até o dia 5 de março, em horário comercial, todos os dias, inclusive nos finais de semana e feriados.

“Desta vez, caso o produtor queira, ainda pode pedir a certificação do Ministério da Agricultura, pois a empresa contratada é credenciada. É um serviço caro, mas de classificação oficial. A empresa elabora o laudo de conferência e o submete ao Ministério”, anunciou o delegado da Aprosoja. No ano passado, cerca de 200 produtores da região de Nova Mutum fizeram uso do serviço de classificação, em virtude das avarias nos grãos.

Em Campo Verde, o projeto de classificação, aberto na semana retrasada, acontece pela terceira vez. A empresa contratada também oferece o profissional para atendimento diário na sede do Sindicato Rural da cidade em horário comercial. Assim como em Nova Mutum, os produtores podem levar suas amostras até o local ou solicitar a presença do classificador na propriedade para avaliação da carga. O serviço está programado para até o final de fevereiro, mas o prazo pode ser ampliado conforme a necessidade dos produtores locais.

A experiência em Campo Verde tem sido produtiva para os agricultores ao ponto de modificar a conduta de algumas empresas, de acordo com o delegado do núcleo local, Daniel Schenkel.

“Este projeto é muito importante para que o produtor tenha uma segunda opinião. É para mostrar que se ele está se sentindo lesado, tem um serviço à disposição, oferecido pela Aprosoja, para ter uma contraprova. Aqui em Campo Verde, já percebemos uma mudança nas empresas, para serem mais corretas, cientes que os produtores contam com a avaliação de um profissional especializado e credenciado pelo Ministério da Agricultura. Está melhorando muito”, avaliou.

 

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