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Notícias

30/03/2015

Aprosoja/MT visita Arco Norte com foco nos custos


Representantes da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT) começaram neste domingo uma missão para visitar os portos do Norte do país, região também conhecida como Arco Norte.

No cronograma, estão visitas às obras do futuro porto de Vila do Conde e do terminal de Marabá, no Estado do Pará, e de locais já em funcionamento, como o porto de Ponta da Madeira, adjacente ao porto de Itaqui, e do Terminal de Grãos do Maranhão (TEGRAM), no Estado do Maranhão.

O objetivo, segundo o diretor executivo do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz Ferreira, é observar e avaliar os locais para que Mato Grosso possa projetar novas rotas de escoamentos dos grãos.

A estimativa é que a finalização dos portos do Norte diminuam os gastos com logística que os produtores têm hoje no Estado e acabam corroendo a renda do setor.

“Com essa alternativa de escoamento da produção pelos portos do chamado Arco Norte, nós calculamos uma redução de custo na faixa de 34% nos próximos cinco anos, via corredor da BR-163 sentido Miritituba (Pará). Considerando o corredor de escoamento da BR-158, para o porto de Itaqui, a redução seria na faixa de 17%”, avalia.

Mato Grosso utiliza atualmente cerca de 8,9 milhões de hectares para produção de soja, milho e algodão, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

A perspectiva é que áreas utilizadas para pastagem migrem para a agricultura. Assim, a área de produção de grãos chegaria a 13 milhões de hectares e, bem como ela, o escoamento desses grãos também aumentaria, ampliando a necessidade de novas rotas e de redução no custo do frete, por exemplo.

 

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