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24/04/2015

Carne de frango: entre os 10 maiores importadores, aumento de 7%


O segmento brasileiro exportador de carne de frango fechou o primeiro trimestre de 2015 com um incremento de volume de 7,27% por parte dos 10 principais importadores do produto.

Isto quer dizer que a baixa expansão registrada no período (apenas 0,34% de incremento nas exportações totais) foi devida aos demais 115 importadores atendidos no trimestre, não ao grupo dos 10 primeiros.

Registre-se, de toda forma, que o aumento ocorrido foi assegurado por apenas dois importadores, um deles estreante no grupo principal. Ou seja: a depender dos 10 primeiros importadores do primeiro trimestre de 2014, as exportações brasileiras teriam recuado mais de 1%.

Isto não ocorreu (pelo contrário, houve aumento de 7,27%) graças à África do Sul e à Coreia do Sul. O primeiro país aumentou em quase 50% o volume importado, suas compras subindo de 36,5 mil/t para 53,8 mil/t. Mas isso representou apenas uma retomada das importações pelo mercado sul-africano que, no primeiro trimestre de 2012, recebeu do Brasil quase 49 mil/t de carne de frango.

Já o índice de incremento junto à Coreia do Sul foi muito mais significativo: +125,22%, o que significa que suas importações mais do que dobraram, passando de menos de 15 mil toneladas para cerca de 32 mil toneladas.

Não se pode negar que a China também registrou expansão digna de nota, pois o volume por ela importado aumentou acima de 29%. O problema, aqui, é que Hong Kong, a segunda porta de entrada para o mercado chinês, reduziu suas compras em 21,26%. Com isso, no balanço final, chega-se a uma queda próxima de 2% nas remessas conjuntas para os dois mercados.

Um detalhe, porém: juntos, China e Hong Kong mantêm-se – em volume – como o segundo principal mercado do frango brasileiro, já que as pouco mais de 127 mil toneladas embarcadas para as duas praças ficam aquém, apenas, das 167,3 mil/t destinadas à Arábia Saudita.

Neste caso, nem o bloco de 28 países integrantes da União Europeia chega perto, já que o volume embarcado para a UE no trimestre foi inferior a 100 mil toneladas. De toda forma, a receita cambial propiciada pelo bloco europeu supera, ainda que por diferença relativamente pequena (10%), a receita cambial de China e Hong Kong.

Seria o caso de analisar, ainda, as quedas observadas no tocante à receita cambial que, no cômputo dos 125 países, recuou mais de 8%. Mas isso parece dispensável visto que, a despeito da queda em moeda americana, a valorização do dólar propiciou, em moeda brasileira, aumento de cerca de 8% no preço médio do trimestre. Aparentemente, pois, a mesma estabilidade observada no volume (incremento de apenas 0,34% no trimestre) está presente na receita em reais.

 

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