Skip Ribbon Commands
Skip to main content
Navigate Up
Sign In
Você está em: Skip Navigation LinksDuPont Pioneer / Media Center / Notícias

Notícias

01/06/2015

Fim da vacinação contra aftosa pauta nova audiência pública no PR


Os debates acerca do fim da vacinação contra a febre aftosa no Paraná ganham um novo capítulo nesta segunda-feira (01). Pouco mais de 20 dias depois do último encontro será realizada mais uma audiência pública para discutir o tema. Produtores, autoridades e especialistas se reúnem no plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná para tratar da questão.

A suspensão da vacinação segue longe da unanimidade. No primeiro encontro, realizado no dia 11 de maio, alguns parlamentares e entidades do agronegócio se posicionaram contrariamente a questão. Os argumentos vão desde o risco de reintrodução da doença no Paraná até a possibilidade de escassez de carne no estado. Essa posição é encampada por entidades como a Sociedade Rural do Paraná (SRP), a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) e o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan).

No contraponto, especialistas da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e a Federação da Agricultura e Pecuária do Paraná (Faep), defendem que a suspensão da vacinação vai facilitar a abertura de novos mercados e impulsionar a bovinocultura de corte no estado.

Representantes dos dois lados foram convidados a participar do encontro, proposto pelo deputado Anibelli Neto (PMDB), líder do Bloco Parlamentar da Agricultura Familiar e membro da Comissão de Agricultura.

As discussões ocorrem um dia depois do fim da campanha oficial de vacinação da aftosa, que terminou neste domingo (31), após imunizar animais de até 24 meses.

Mesmo com o impasse o governo do Paraná já solicitou ao ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento que essa seja a última campanha de vacinação da história do estado. Se o plano for consolidado, os animais não receberão nenhuma dose até o final de 2016. No ano seguinte o estado inicia os trâmites junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), para que o reconhecimento internacional como área livre sem imunização seja obtido em maio de 2018.

 

Fonte: