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01/06/2015

Kátia Abreu destaca liderança mundial do Brasil na proteção ambiental


"O Brasil é o único país do mundo que abre mão de terras produtivas para preservar o meio ambiente e tem isso previsto em lei", disse a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, em palestra na última sexta-feira (29), na Chatham House, em Londres, um dos mais influentes think tanks do mundo.

Para uma seleta plateia de 40 influenciadores escolhidos pela instituição - entre eles, ambientalistas de Organizações Não Governamentais de renome, como Greenpeace, dirigentes de áreas de sustentabilidade de empresas e centros de estudos de instituições acadêmicas de alto prestígio, como a Universidade de Oxford - a ministra reconheceu as dificuldades em disseminar as técnicas de sustentabilidade na agricultura, mas destacou os avanços do Brasil nos últimos dez anos.

"No Brasil, a técnica de plantio direto, em cima da palha deixada pelas colheitas de soja, milho e algodão e que impede a liberação de CO2 no meio ambiente, já é aplicada em 92% das lavouras", destacou a ministra. Essa prática, explicou, beneficia o meio ambiente ao mesmo tempo em que permite ao agricultor economizar em fertilizantes, combustíveis e insumos.
 
Fundada em 1930, a Chatham House já recebeu personalidades de renome mundial, como Mahatma Ghandi, políticos, como Bill Clinton, ex-presidente dos EUA Unidos, e os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso, lideranças de instituições internacionais, como a diretora-geral do FMI, Christine Lagard, entre outros.

Na audiência, houve o reconhecimento dos avanços do Brasil na área ambiental, mas também foram levantadas dúvidas sobre o futuro. A ministra destacou o trabalho que está sendo feito pela Assistência Técnica em levar práticas de agricultura sustentável, sobre como produzir melhor e como aumentar a renda que obtém com a produção.

 

Lembrou ainda que o Código Florestal brasileiro é uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo. "Se nosso código fosse aplicado na Europa, os vinhos de Douro, em Portugal, não existiriam, pois essa legislação não permite que seja feito plantio em morros com mais de 45º de inclinação, como é feito lá nessa região", disse.

 

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