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Notícias

12/09/2013

Secretaria comemora crescimento da agropecuária gaúcha

A divulgação, nesta quarta-feira (11), do crescimento de 15% no PIB gaúcho no segundo trimestre deste ano, de acordo com estudo elaborado pela Fundação de Economia e Estatística (FEE), sustenta a combinação de fatores ligados à agropecuária e de ambiente favorável dentro e fora do Estado.
 
É o que tem defendido o secretário estadual da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi. "A combinação do clima favorável, a demanda externa em alta, a valorização cambial e o trabalho dos produtores em articulação com as políticas governamentais nos faz estimar até o final do ano crescimento de 7%, mais do que o dobro do Brasil", comemorou o secretário.
 
Os números da Expointer, que chegaram a ser questionados, também estão projetados nos dados da FEE. No semestre, a economia já cresceu 8,9%. Puxado pela agropecuária, o aumento verificado no último trimestre teve como destaques a soja (114,6 %) e o milho (69,6%).
 
Nos últimos quatro trimestres, o acúmulo do PIB Agropecuário já chega 42,9% e, neste ano, totaliza 60,1% em relação a igual período do ano passado. "Fica fácil, portanto, compreender porque os negócios da Expointer cresceram mais de 60% em relação à última edição e ultrapassaram a casa dos R$ 3 bilhões. O produtor gaúcho, de maneira quase geral, está com dinheiro no bolso e muito feliz".
 
A economia vinda do campo ajuda a cidade. "Com o grande desempenho do setor primário, o dinheiro circula no comércio, nos serviços e na indústria, como a de máquinas agrícolas. São mais empregos e mais renda. Mais impostos arrecadados pelo Estado para fazer frente às demandas de saúde, educação, segurança e infraestrutura".
 
Os dados, ainda conforme Mainardi, refletem o período relativo à safra de soja e milho. "Ao distribuirmos no ano vamos obter crescimento em volume e, relativamente, a valores, porque os preços dos produtos estão superiores, o que deve impactar a economia no crescimento no final do ano", projeta o secretário.
 
Diversificação
 
Há relação direta desses números, por exemplo, com o planejamento de produção, a diversificação das matrizes produtivas e a rotação das culturas, conforme Mainardi. "Trabalhar na construção do conceito de que o homem do campo deve ser produtor rural e não ficar restrito a apenas a uma atividade. Com uso do crédito e a capacidade de trabalho do nosso produtor, há investimentos em tecnologias de plantio de milho e soja nas áreas tradicionais de arroz", argumentou.
 
Estabilizar economia do campo
 
Uma das grandes dificuldades da produção primária, em razão da questão climática, é lidar com as instabilidades. O programa Mais Água, Mais Renda, que trabalha com irrigação, cresceu mais de 460% em pedidos de financiamentos na exposição. "Além de proporcionar aumento de produtividade, a irrigação traz estabilidade. A partir de vários mecanismos, pretende-se ampliar a área irrigada das culturas de sequeiro e continuar a crescer".
 
Autor:
Daniel Cóssio

Fonte: