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Notícias

11/06/2015

Indea/MT prorroga a comunicação da vacinação


O Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea/MT) anunciou nesta quarta-feira (10) que está prorrogado o prazo para o produtor comunicar a vacinação da febre aftosa do rebanho bovino e bubalino da etapa maio. O prazo, expirado na própria quarta, será estendido até sexta-feira, dia 12. Na última terça-feira (09), a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) havia solicitado ao órgão a extensão do período de comunicação até o dia 30 de junho.

Conforme o Indea/MT, a prorrogação foi necessária devido ao feriado de Corpus Christi, que neste ano caiu no dia 4 de junho (quinta-feira) gerando ponto facultativo no dia seguinte. “Foram reduzidos dois dias na fase de grande volume de atendimentos nos escritórios do Indea, para a comunicação”, destaca o órgão.

De acordo com dados da Coordenadoria de Defesa Sanitária Animal (CDSA/Indea), os índices de comunicação estão dentro da expectativa. Alcançando números acima do registrado no mesmo período do ano passado. Porém, para evitar penalizações a produtores que se sentiram prejudicados pelo feriado prolongado, o Indea/MT estendeu a validade da confirmação da vacinação.

A primeira etapa de vacinação contra febre aftosa de 2015 terminou no dia 31 de maio. O produtor que não informar ao Indea/MT até o dia 12 de junho terá como penalidade a suspensão do cadastro, por no mínimo 30 dias, ficando impossibilitado de emitir Guia de Trânsito Animal (GTA), para qualquer finalidade.

Na etapa de maio, são vacinados somente bovinos e bubalinos, de 0 a 24 meses de idade, com exceção das propriedades localizadas no baixo Pantanal. Quem não vacinou o rebanho dentro do período da campanha, irá pagar multa de 2,25 UPF (Unidade Padrão de Fiscal) por cabeça de gado não vacinado.

Para a Famato, o ideal era que a dilatação do prazo contemplasse todo o mês de junho. "O produtor está consciente da obrigação de comunicar a vacinação ao órgão, entretanto os constantes problemas no sistema informatizado e o número reduzido de servidores nas Unidades Locais de Execução (ULE) não estão permitindo que a comunicação seja feita com rapidez", diz o diretor de Relações Institucionais da Famato, Rogério Romanini.
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