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23/09/2015

Parceria SENAR-Caixa inicia mais uma capacitação em crédito rural orientado


A segunda capacitação em crédito rural orientado, que começou nesta terça-feira (22/9), em Brasília, amplia para 18 o número de Estados participantes no programa realizado através da parceria entre o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) e a Caixa Econômica Federal. A primeira turma, formada em agosto, contou com a presença de representantes de oito regionais do SENAR.

O treinamento, coordenado por técnicos das duas entidades, repassa conhecimentos sobre crédito rural para os supervisores que serão os responsáveis técnicos pela Assistência Técnica e Gerencial do SENAR (ATeG) nos Estados. Assim, os produtores rurais que precisarem de ajuda financeira para implementarem as orientações técnicas nas suas propriedade terão à disposição as linhas de crédito da Caixa.

A programação de 16 horas /aula se estende até amanhã e vai abordar temas como sistema de acompanhamento; produtos de crédito disponíveis: custeio e investimento; processo de análise e concessão e exercícios nas planilhas da Caixa Econômica Federal. A capacitação reúne 22 técnicos de 13 regionais do SENAR: Alagoas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins.

“O objetivo é fazer o nivelamento de conhecimentos e conceitos dos gestores da ATeG. Esse modelo de crédito rural orientado vai reforçar a nossa assistência técnica, que já está presente em 18 Estados. Hoje, o técnico faz as recomendações e o produtor pergunta de onde virá o dinheiro. Através da parceria com a Caixa, nós poderemos oferecer este serviço também”, destaca o coordenador nacional de Assistência Técnica e Gerencial do SENAR, Matheus Ferreira.

O gerente nacional da Caixa, Ricardo Rios Araujo, informa que o número de convênios assinados entre as Superintendências Estaduais do Banco e as regionais do SENAR está avançando rapidamente. Ele ressalta que a instituição já conta com uma rede de 1.700 agências oferecendo crédito rural no País e que em junho de 2015 – segundo ano safra completo de atuação da Caixa no segmento agropecuário – foram disponibilizados recursos na ordem de R$ 2,8 bilhões.

“Até 2022 queremos ser a segunda maior instituição de crédito rural no Brasil. A expectativa é muito grande em relação à essa parceria. Existe uma necessidade muito grande de tecnificação e, por isso, a importância de assistência técnica para a atividade. O programa do SENAR vai ainda mais longe e conta com a parte gerencial. Dessa forma, o produtor produz mais, tem uma margem de lucro maior e ainda consegue pagar o crédito”.

A abertura do treinamento também teve a participação do chefe de gabinete do SENAR, Mansueto Lunardi, que representou o secretário executivo do SENAR, Daniel Carrara.

Ações casadas

A coordenadora da Assessoria Técnica do Sistema FAEMG/ SENAR Minas, Aline Veloso, acredita que o crédito rural orientado é uma ação complementar da ATeG, que vai fazer uma análise da propriedade e identificar a demanda do que precisa ser financiado e se o produtor tem condições de pagar por esse recurso. Atualmente, a entidade já oferece assistência técnica para 3.250 produtores mineiros.

“É mais uma instituição atuando no crédito rural e isso vai possibilitar melhores taxas de juros e um volume maior de recursos para o setor. Com o crédito orientado, esperamos que o produtor tenha consciência das linhas mais adequadas para ele, das garantias e taxas de juros”, observa.

Giovani Peres, supervisor de Assistência Técnica do SENAR-MT, ressalta que a falta de orientação técnica sempre foi uma carência do setor, mas que em Mato Grosso o programa voltado à pecuária de leite já está atendendo 120 produtores no município de Pontes e Lacerda. Agora, segundo ele, existe uma oportunidade para novos investimentos, já que a região tem condições - solo fértil, pastagens e animais de boa genética – para ampliar a produção.

“A parte de assistência técnica já está sendo resolvida, mas existe a necessidade de investir e de ser mais produtivo para se consolidar como produtor. É preciso se preparar para as épocas de entressafra e ter recursos para algumas despesas da atividade. Esse suporte de uma instituição financeira casa bem com a realidade que encontramos”, reconhece.

 

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