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05/10/2015

Informações de estações meteorológicas minimizam riscos na agricultura de Mato Grosso do Sul


Ter uma empresa a céu aberto, como é o caso da atividade agrícola, inclui o desafio de lidar com a imprevisibilidade do clima. Pra ajudar o produtor rural no planejamento da produção agrícola e minimizar os riscos na lavoura, 17 novas estações meteorológicas serão instaladas em Mato Grosso do Sul. A ação foi proposta pelo senador Waldemir Moka, por intermédio de uma emenda parlamentar em 2014, a partir do pedido do presidente da Aprosoja Brasil – Associação dos Produtores de Soja e Milho, Almir Dalpasquale que, na época, presidia a Aprosoja/MS.

O recurso para instalação dos centros de meteorologia no Estado, que corresponde a R$ 1,8 milhão, é do Fundems - Fundo de Desenvolvimento das Culturas do Milho e da Soja de MS com repasses do Mapa – Ministério da Agricultura e Pecuária e Abastecimento, Sepaf - Secretaria de Estado de Produção e Agricultura e Familiar e do Governo do Estado. Hoje, Mato Grosso do Sul possui 28 unidades de superfície automática com sensores que captam pressão atmosférica, temperatura e umidade relativa do ar, precipitação, radiação solar, direção e velocidade do vento.

Para o atual presidente da Aprosoja/MS, Christiano Bortolotto, a ampliação das estações meteorológicas permite mais detalhes da situação climática, o que pode beneficiar diretamente o agricultor. “No plantio da soja, por exemplo, é preciso ter temperatura amena e umidade no solo para que a semente germine. A decisão quanto ao momento ideal de plantar, colher ou aplicar determinado manejo na lavoura, pode ser feita a partir de informações climatológicas fornecidas pelas estações que geram informações minuto a minuto em diferentes regiões. Isso representa menor margem de erro para o agricultor”, ressalta.

As estações de superfícies automáticas coletarão dados sobre variação, direção e velocidade do vento, disponibilidade de água nos solos, entre outras informações que contribuem com o sistema de produção, principalmente do milho e da soja no Estado. A consolidação do sistema possibilita o máximo de rendimento e otimiza a utilização de recursos naturais.

Receberão bases os municípios de Angélica, Aral Moreira, Bandeirantes, Bonito, Brasilândia, Caarapó, Camapuã, Iguatemi, Itaporã, Laguna Carapã, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Pedro Gomes, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo e Selvíria.

 

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