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20/11/2015

Irrigação/MT: Estado e Banco Mundial parceiros


O secretário-adjunto de Agricultura da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Alexandre Possebon, participou em Brasília, da “Oficina de Trabalho para Discussão dos Planos Estaduais de Irrigação”. Pela primeira vez na história, Mato Grosso terá o próprio plano. O evento foi realizado pelo Ministério da Integração Nacional (MI), por meio da Secretaria Nacional de Irrigação (Senir), juntamente com o Banco Mundial (BM), Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). Os encontros foram realizados nos dias 16 e 17 de novembro.

A oficina teve o objetivo de promover o alinhamento do Termo de Referência, documento que será encaminhado para o Banco Mundial até dezembro deste ano. A previsão é de que até março de 2016 seja realizada contratação de uma consultoria do Banco para a elaboração do Plano Diretor de Agricultura Irrigada de Mato Grosso.

Além de Mato Grosso participaram representantes do Ceará, Maranhão, Piauí e Paraná. “A oficina foi essencial para a troca de experiências entre os estados e para realizarmos ajustes no Termo de Referência e discutir e criar um plano de irrigação em Mato Grosso, algo nunca antes feito no Estado”, afirma Possebon.

Um Grupo de Trabalho foi criado pela Sedec para avaliar e discutir o uso eficiente e sustentável da água na piscicultura e agricultura. Foram realizadas mesas redondas com a participação de entidades dos setores público e privado, que contribuíram para construção do Termo de Referência.

O secretário-adjunto pontua que o programa visa contribuir para o fortalecimento da capacidade de planejamento e gestão do uso da água. “O plano vai permitir traçarmos estratégias para o desenvolvimento do setor, intensificar as áreas já consolidadas com lavouras de soja, algodão e outras culturas, e ainda desenvolver regiões de baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)”.

O programa contribui para o desenvolvimento socioeconômico e pretende aumentar a eficiência no uso da água e na prestação de serviços, aumentar a oferta sustentável de água em quantidade e qualidade adequadas ao uso e melhorar a aplicação de recursos públicos no setor da água reduzindo perdas econômicas causadas por deficiências.

 

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