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Notícias

23/12/2015

Mesmo com crise, movimento acredita na concessão da BR-163 de Sinop ao Pará


O momento político e econômico vivido pelo país não afeta a expectativa do Movimento Pró-Logística de que o governo faça o processo concessão de 976 quilômetros de Sinop ao porto de Miritituba (PA) ano que vem, como programado. A explicação do diretor executivo Edeon Vaz é que o investimento necessário para as obras e intervenções não vai sair do caixa do governo, mas sim, das empresas interessadas.

Edeon explicou que o principal atrativo vai ser o edital do leilão. “A concessão não vai muito em função da situação financeira do governo, mas da iniciativa privada, que acredita em um bom negócio. Vai depender do edital. Se for necessário investimento muito alto no começo, haverá dificuldade para repassar o trecho, mas se forem um investimento paulatino, a possibilidade é maior”, disse ao Só Notícias, o lembrar que os estudos do trecho já estão concluídos.

Vaz também falou do andamento das obras de pavimentação do lado paraense, que tem mil quilômetros de extensão e trechos teriam sido abandonados pelas empreiteiras por falta do pagamento do governo. “O que acontece é que essa é uma época de paralisar obras, é época de chuva, um período que não se faz elas. É normal estar paralisado nesse momento. Duas empresas foram trocadas esse ano, mas demoraram muito para levar as máquinas e tal, porque o governo estava com essas dívidas, e ficaram com medo de ficar com esse custo. Mas é uma obra prioritária para o governo. Acredito que no próximo ano vamos conseguir mais obras. Da divisa de Mato Grosso até Miritituba faltavam 126 km, nesse novo ano, acredito que faltem 100. Em janeiro vamos percorrer o trecho novamente”.

O Ministério dos Transportes aprovou estudo de uma empresa paulista para concessão do trecho, no qual são esperados investimentos de R$ 6,6 bilhões por parte do consórcio que arrematar. A portaria publicada aponta que ela vai ser ressarcida em pouco mais de R$ 3,3 milhões, mas que o resultado do chamamento público não implica em preferência para outorga da concessão.

O documento feito por ela vai auxiliar o governo nos trâmites burocráticos e técnicos relativos ao processo, contudo, o teor dele não foi divulgado. No documento, conforme o edital de chamamento, devem constar pontos como demanda, relacionada às contagens de tráfego volumétricas e classificatórias; pesquisas de origem e destino e preferência declarada; projeção da demanda.

O projeto parte do entroncamento com a MT-220 até o entroncamento com a BR-230, já no Pará, e de lá do entroncamento com a BR (Campo Verde) até Miritituba.

 

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