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07/01/2016

Agronegócio do Paraná terá mais um ano positivo em 2016


Depois de driblar a crise e segurar a economia em 2015, o agronegócio do Paraná deve ter mais um ano positivo em 2016, embalado pela expectativa de uma boa safra de grãos, crescimento do setor de carnes e ampliação de investimentos por parte das cooperativas. 

O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), Norberto Ortigara, diz que a economia rural vai bem e, nos últimos anos, deu suporte para que o Paraná alcançasse a posição de quarto maior Produto Interno Bruto (PIB) do País. “O campo gera emprego, renda e ajuda a movimentar a economia dos pequenos municípios. O agronegócio representa um terço da economia paranaense. Se não fosse isso, os municípios do Interior teriam mais dificuldades no cenário de instabilidade política e econômica”, afirma. 

Investimentos
 
O setor, puxado pelas cooperativas agropecuárias, continua com ritmo forte de investimento, mesmo com a recessão brasileira. Para 2016, as cooperativas programam R$ 2,5 bilhões em investimentos, 8% mais do que os R$ 2,3 bilhões aplicados em 2015, de acordo com o Sindicado e Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). 

A maior parte dos recursos vai para projetos de agroindustrialização. “Há um sentimento bom no Interior por conta do agronegócio. Muitas indústrias estão investindo no Estado, novas unidades sendo instaladas. O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, por sua vez, encerrou o ano com mais R$ 1,1 bilhão emprestados para o setor no Paraná. Os investimentos ocorrem mesmo na crise e por isso os resultados aparecem”, diz o secretário da Agricultura.

Resistência 
 
De acordo com Flavio Turra, gerente técnico da Ocepar, o setor de alimentos tem uma resistência maior aos efeitos da crise econômica brasileira e apresenta uma demanda consistente. Além disso, a alta do dólar favoreceu as exportações e mais que compensou a queda nos preços das commodities. 

As cooperativas paranaenses fecharam 2015 com exportações de US$ 2,4 bilhões, contra US$ 2,3 bilhões no ano anterior. Depois de registrar um crescimento de receita de 12% em 2015, chegando a R$ 49 bilhões, as cooperativas agropecuárias esperam aumento 7% a 8% no faturamento para 2016. 

Avicultura
 
Um dos setores mais importantes para o agronegócio paranaense, a avicultura também tem boa expectativa para 2016. Maior produtor e exportador de frango do País, o Paraná deve repetir o resultado favorável de 2015. A projeção do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) é de um crescimento de 4% a 6%.

Além de ganhar espaço na mesa do brasileiro, por ser uma proteína mais barata do que a carne bovina, a carne de frango também registra aumento nas exportações. Domingos Martins, presidente do Sindiavipar, explica que hoje mais de 150 países compram o frango paranaense. As oportunidades de expansão são grandes, principalmente com as restrições sanitárias impostas a alguns mercados, como Estados Unidos e México, por conta da gripe aviária. 

Martins afirma que o Paraná tem uma cadeia integrada de produção, que preza pela sanidade animal graças à parceria entre as empresas e o Governo do Estado, por meio da Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná).
 
 
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