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17/02/2016

Chineses voltam ao Brasil para dar continuidade às discussões da Ferrovia Transoceânica


Ao que tudo indica a Ferrovia Transoceânica, que cortará Mato Grosso, sairá do papel. Na próxima quarta-feira, 17 de fevereiro, o governador em exercício Carlos Fávaro participa de uma reunião em Brasília (DF) com a participação de empresários chineses. A ferrovia está orçada em aproximadamente R$ 40 bilhões.


O encontro será realizado na Embaixada da República Popular da China no Brasil, localizada em Brasília. A construção da ferrovia começou a ser discutida em 2015 e está dentro do pacote de investimentos de R$ 66,9 bilhões em infraestrutura de logística do governo federal para estradas e ferrovias.

Destes R$ 66,9 bilhões, R$ 40 bilhões deverão ser investidos na ferrovia Transoceânica, que cortará Mato Grosso e chegará ao Peru permitindo o escoamento da produção de grãos do Estado à China através do Oceano Pacífico.

Em junho de 2015 uma comitiva formada pelo embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, e 23 empresários chineses percorreram o traçado que a Ferrovia Transoceânica deverá ter dentro de Mato Grosso.

Mato Grosso será representado pelo governador em exercício Carlos Fávaro. Na ocasião ele deverá defender que os Estados estão prontos para colaborar com o plano binacional para que o modal saia do papel.

Fávaro representará o governador Pedro Taques que encontra-se em uma missão internacional em Abu Dhabi, onde participa do Fórum Global para Inovação Tecnológica em Agricultura.

O convite da reunião, segundo Fávaro, partiu do embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, que está trazendo um grupo de empresários chineses que têm interesse em investir na ferrovia. Também participam do encontro os governadores do Acre e de Rondônia.

“Não precisamos trabalhar a ferrovia toda de uma vez. Já podemos iniciar os pontos mais importantes, e começar ligando os terminais portuários de Porto Velho à ferrovia Norte Sul. Então ela já pode começar a ser construída com um objetivo mais adiante, de oceano a oceano”, afirma Fávaro.

Um estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental deve ficar pronto em abril. O mesmo foi contratado quando a comitiva chinesa esteve em Mato Grosso no mês de junho do ano passado.​

 

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