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Notícias

18/02/2016

Fávaro defende que obras da Ferrovia Transoceânica comecem por Mato Grosso


A construção de maneira fracionada da Ferrovia Transoceânica é considerada uma excelente opção pelo governador de Mato Grosso em exercício, Carlos Fávaro. Durante reunião com um grupo de investidores chineses em Brasília e com o ministro da China no Brasil, Wang Wei, Fávaro defendeu que a construção da ferrovia comece por Mato Grosso, uma vez que o Estado tem o volume de carga necessário para atender ao sistema.

A construção da ferrovia começou a ser discutida em 2015 e está dentro do pacote de investimentos de R$ 66,9 bilhões em infraestrutura de logística do governo federal para estradas e ferrovias.

Destes R$ 66,9 bilhões, R$ 40 bilhões deverão ser investidos na ferrovia Transoceânica, que cortará Mato Grosso e chegará ao Peru permitindo o escoamento da produção de grãos do Estado à China através do Oceano Pacífico.

A reunião com o grupo de investidores chineses interessados na ferrovia e o ministro da China no Brasil ocorreu nesta quarta-feira, 17 de fevereiro. O encontro teve como objetivo avançar nas discussões em torno do modal.

Na ocasião o governador de Mato Grosso em exercício colocou-se a disposição para empreender esforços políticos para que a obra seja realizada.

“Mato Grosso tem as cargas, tem o volume necessário que já alimenta o sistema”, declarou Fávaro ao lembrar que Mato Grosso é o maior produtor de grãos do Brasil e que somente para a China são embarcados cerca de 60% da soja produzida em Mato Grosso.

Durante a reunião, Fávaro salientou, ainda, a possibilidade da construção da Ferrovia Transoceânica iniciar pelo trecho que sai de Sapezal, passa por Comodoro e segue até Porto Velho, no Rio Madeira. Outra possibilidade apontada por ele foi o trecho que liga Lucas do Rio Verde a Campinorte (GO), no entroncamento com a ferrovia Norte Sul. 

O ministro da China no Brasil, Wang Wei, frisou ser importante iniciar as obras em um ponto que traga viabilidade econômica. Wei afirmou ainda que não há nenhum obstáculo em nível de governo entre China e Brasil e que não vê problemas com o tipo de concessão utilizado Brasil, contudo destacou ser preciso analisar a parte financeira.

A reunião foi organizada pelo senador de Rondônia Acir Gurgacz e contou com a participação dos vice-governadores do Acre, Nazareth Lambert, e Rondônia, Daniel Pereira, além do senador de Mato Grosso José Medeiros e dos deputados federais Nilson Leitão, Fábio Garcia e Victorio Galli.​

 

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