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Notícias

07/03/2016

Produtores de soja da Região Central do RS estão otimistas com a safra deste ano


A colheita da soja já começou, mas ainda não atingiu seu auge na região, o que deve ocorrer em abril. Os prognósticos de técnicos e agricultores são otimistas em relação à produtividade e ao preço – o que acaba influenciando no comércio de Santa Maria.

O clima que se observou desde janeiro beneficiou o desenvolvimento do grão, com chuvas regulares e períodos de sol e calor. Nos 52 municípios abrangidos pela Emater Regional de Santa Maria, as lavouras estão agora entre as fases de floração e enchimento de grãos, época crucial para determinar a qualidade do que será colhido. Como a chuva não tem sido nem será mais problema, a expectativa é que a colheita seja abundante.

Na propriedade de Angelo Grigoletto, em Restinga Seca, a esperança motiva o trabalho na lavoura. Ele não atrasou o plantio e não precisou se preocupar com ferrugem, lagarta ou outras pragas. E, por isso, espera colher ainda mais do que no ano passado, que já foi muito bom, com até 60 sacas (3,6 mil kg) por hectare.

Na região, a área dedicada à oleaginosa aumentou 3,39% em relação à safra 2014/2015, investimento motivado pelo preço favorável, embora os custos tenham subido bastante. Grigoletto calcula em 30% o aumento nos gastos com insumos, devido ao câmbio e à inflação, que tiveram reflexos nos valores de insumos, adubos e sementes. Ele ainda não vê, no preço atual da commodity, a compensação adequada.

– Vendemos previamente aquele percentual relativo à porção financiada da lavoura para garantir o pagamento. Mas o restante vamos manter em silos de cooperativas e cerealistas até o preço melhorar – afirma.

Enchentes e danos

Conforme Luiz Antonio Rocha Barcellos, extensionista da Emater Regional de Santa Maria especializado no cultivo da soja, foram poucas as áreas semeadas com o grão prejudicadas pela chuva excessiva e pelas enchentes do fim do ano passado. 

Produtores que fizeram rotação de cultura com o arroz ou destinaram áreas de várzea para a oleaginosa ainda assim não registraram perdas significativas.

– Em janeiro, o solo já tinha a umidade normal, e as chuvas se regularizaram. A preocupação da Emater tem sido com o monitoramento de pragas, que estamos fazendo com o pano de batida, para ajustar as doses e as aplicações de inseticidas – explica Barcellos.

Os relatórios do monitoramento feitos em 20 municípios só ficarão prontos no final do mês, mas os extensionistas já estão verificando que não há quantidades expressivas de lagartas ou percevejos.

Leia a notícia na íntegra no site Zero Hora.


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