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12/04/2016

"O Governo Federal não pode atrapalhar quem quer produzir", dispara Bolsonaro na Parecis SuperAgro

Reconhecendo que o agronegócio é a "locomotiva" da economia brasileira, o deputado federal pelo Rio de Janeiro, Jair Bolsonaro, disparou durante palestra na feira Parecis SuperAgro, em Campo Novo dos Parecis, que é preciso buscar maneiras para que o Governo Federal não atrapalhe quem quer produzir. O parlamentar debateu com os produtores rurais no evento o cenário político para a agricultura na palestra "Por um Brasil Melhor".

O parlamentar foi um dos palestrantes do primeiro dia, oficial, da Parecis SuperAgro nesta segunda-feira, 11 de abril. No decorrer do dia diversas palestras técnicas foram realizadas. Para esta terça-feira, 12, está programado para as 9h o painel "Novos Caminhos para Mato Grosso" mediado pelo jornalista Heraldo Pereira, que conta com a presença governador Pedro Taques; do vice-governador Carlos Fávaro; dos senadores Blairo Maggi e José Medeiros; e os deputados federais Adilton Sachetti e Nilson Leitão.

Bolsonaro concordou com a presidente do Sindicato Rural de Campo Novo dos Parecis, Giovana Velke, que o agronegócio é hoje a "locomotiva" da economia brasileira, tendo-se em vista que o setor é o único que vem apresentando saldo positivos em meio a crise econômica pela qual o país passa desde o ano passado. Prova disso, é o Produto Interno Bruto (PIB) de 2015 do agronegócio ter crescido 1,8%, enquanto o PIB brasileiro (geral) caiu 3,8%, como o Agro Olhar já comentou .

O deputado federal ainda destacou, ao criticar a gestão da presidente Dilma Rousseff, que as atuais políticas indígenas e ambientais não podem travar "totalmente" o crescimento do agronegócio. Ele ressaltou, ainda, que não se pode tratar o Brasil economicamente "com víes ideológico".

Mais de 1.500 pessoas assistiram a palestra de Jair Bolsonaro na Parecis SuperAgro, sendo 800 pessoas no auditório principal da feira. O parlamentar recriminou o modo como os produtores rurais são tratados na área urbana, como desmatadores e que usam agrotóxico em excesso. "Na área urbana eles acham que os produtores são pessoas que desmatam, que usam agrotóxicos em excesso, mas o que defendo lá é que desde o cafezinho da manhã, até a hora que ele é sepultado passa por aqui [pelo agronegócio]”.​

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