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27/04/2016

Em tempos de crise política e econômica produtor deve adotar cautela, diz pesquisador

O Brasil enfrenta uma das maiores crises políticas de sua história. O cenário conturbado traz reflexos para a economia com a instabilidade do dólar, e também com as reviravoltas da bolsa de valores. Diante disso, o produtor pode ficar na dúvida e se perguntar se segura ou não as exportações, ou espera um novo fato político para que o dólar recue e compre seus insumos, por exemplo.

“O produtor não é um especulador. Se ele ficar esperando melhores condições do mercado assume um risco cambial para a sua atividade. Diante desse cenário de incertezas, o ideal é adotar uma postura cautelosa”, diz Felippe Serigatti pesquisador do centro de agronegócios da FGV.

Outro ponto que preocupa Serigatti é o Plano Safra 2016/17. Até o momento, o governo não se posicionou sobre os valores destinados para a atual temporada. “Não acredito que o crédito disponibilizado ficará tão acima do que foi no ano passado (R$ 187 bi). Temos também a questão dos juros. Este ano, as taxas não têm mais espaço para cair”, analisa.

Sobre a situação política do Brasil, o pesquisador da FGV acredita que a atual chefe de Estado não reúne mais condições de comandar o País. “O governo da presidente Dilma perdeu força. Caso o processo de impeachment não avance, os problemas políticos e econômicos não serão solucionados. Entretanto, o especialista diz ser impossível especular qualquer movimento favorável do mercado com a possível posse do vice-presidente, Michel Temer.

Apesar momento adverso do País, Serigatti acredita que, dentre todos os setores da economia, o agronegócio é o que sai menos prejudicado com a instabilidade política. “A demanda por alimentos sempre vai estar presente, independentemente da situação que o Brasil vive”. Para reforçar sua tese, o especialista da FGV cita a pesquisa do Boletim Focus realizada pelo Banco Central, que aponta o agronegócio como único setor econômico brasileiro com estimativa de crescimento até 2020.​​

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