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16/06/2016

Preço à vista da soja no Brasil atinge novo recorde nominal, diz Cepea

Demanda global firme e preocupações com o fenômeno climático La Niña fizeram indicador Esalq/BM&FBovespa atingir maior valor em Paranaguá (PR) desde começo da série, em 2006. Os preços da soja no Brasil atingiram novo recorde nominal devido à demanda global firme e às preocupações com o fenômeno climático La Niña, apontou o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O indicador da soja Paranaguá Esalq/BM&FBovespa, referente ao grão depositado no corredor de exportação e/ou negociado na modalidade spot (pronta entrega) no Porto de Paranaguá (PR), fechou a R$ 97,61/saca na terça-feira, dia 14, patamar recorde em termos nominais da série histórica do Cepea, iniciada em 2006.

Já em termos reais, o valor é o maior desde 24 de setembro de 2012. O maior valor real da série do Cepea, de R$ 113,91/saca, foi observado em agosto de 2012.

O indicador demonstra alta de 6,36% no acumulado deste mês até o dia 14 de junho. Segundo o Cepea, a quebra na produção da Argentina e o menor processamento no país deslocaram importadores de soja para os outros dois principais produtores do grão, Estados Unidos e Brasil. Além disso, as preocupações quanto ao impacto do fenômeno climático Lã Nina sobre a produção norte-americana têm contribuído para elevar as cotações da oleaginosa.

Os preços de farelo de soja acumulam alta de 1,8% na parcial de junho, na média das regiões acompanhadas pelo Cepea. Em Campinas (SP), o farelo foi negociado a R$ 1.454,99/tonelada na terça-feira, o maior patamar nominal de toda a série do Cepea, iniciada em 1999. Em termos reais, o valor é o mais alto desde dezembro de 2013. No norte do Paraná, a tonelada do farelo já é negociada acima dos R$ 1.600, segundo os pesquisadores.
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