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Notícias

17/06/2016

Soja: Preços mantêm forte ritmo de alta em Chicago e puxam preços no Brasil nesta 6ª feira

O mercado da soja na Bolsa de Chicago continua operando em campo positivo na sessão desta sexta-feira (17). Depois das fortes quedas registradas nos últimos dias, o mercado retoma seu movimento positivo e busca se equilibrar novamente. Por volta de 12h30(horário de Brasília), os principais vencimentos da oleaginsa subiam entre 18,25 e 22 pontos, com o julho/16 já retomando o patamar dos US$ 11,50 por bushel e batento em US$ 11,52. O novembro, contrato mais negociado neste momento, era negociado a US$ 11,41, contra os US$ 11,31 observado no início do dia. 

No Brasil, diante dos ganhos de quase 2% entre os futuros da soja e de prêmios ainda elevados e positivos, os preços da soja sobem no porto de Rio Grande. A limitação vem apenas do câmbio, que nesta sexta perde mais de 1% frente ao real, valendo R$ 3,431. Assim, a soja disponível no terminal gaúcho vinha sendo negociada a R$ 92,80, com alta de 0,32% e futura, embarque previsto para março a maio de 2017, tinha R$ 94,20 por saca, subindo expressivos 3,29%. 

Bolsa de Chicago

As altas podem ser observadas em praticamente todas as commodities agrícolas nesta sexta, já que as mesmas também passaram por uma semana de intensa realização de lucros. O petróleo em alta na Bolsa de Nova York, que também contribui para os ganhos da soja, subia mais de 2% na tarde de hoje. 

Para os grãos, especificamente, analistas internacionais acreditam que "essas baixas já foram longe o suficiente", o que permite uma volta dos fundos à ponta compradora do mercado. E para a soja, a demanda ainda continua atuando como um importante estímulo para os investidores e como pilar de sustentação para os preços. 

Hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) voltou a anunciar novas vendas de soja norte-americana e também trouxe força ao mercado. No total, foram 524 mil toneladas. 

Foram 129 mil toneladas para a China, sendo 66 mil do ano comercial 2015/16 e mais 63 mil da 2016/17. Para destinos não revelados, foram 395 mil toneladas, sendo, respectivamente, 263 mil e 132 mil toneladas. 

Além disso, conta ainda com a força da recuperação que pode ser observada também entre os futuros do farelo e do óleo de soja negociados na Bolsa de Chicago. 

Ao mesmo tempo, o clima nos Estados Unidos permanece no radar dos traders e a possibilidade de os próximos dias serem de tempo mais quente e seco, apesar das chuvas que chegam ao Corn Belt nesse momento, ajuda a renovar o fôlego das cotações.

Para os períodos dos próximos 6 a 10 e 8 a 14 dias no Meio-Oeste americano indicam calor e um tempo mais seco, porém, mais intensamente em partes do Oeste e Sul do cinturão. Já no intervalo dos próximos 30 dias e 90 dias, atualizados pelo NOAA - departamento oficial de clima nos EUA - indicam temperaturas acima da média, e chuvas dentro ou acima do normal para o período.

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