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Notícias

17/10/2013

A área plantada com soja irá aumentar em Goiás na safra de verão

O município de Niquelândia, um dos mais antigos e o maior em extensão territorial de Goiás, tem cerca de dez mil quilômetros quadrados. O nome do lugar vem do níquel extraído das montanhas desde o inicio do século 18. A mineração e a criação de gado sempre foram os principais negócios realizados na região. Mas há três anos, o pasto passou a dar lugar ao cultivo da lavoura de soja.

Nesta safra, o produtor Bartolomeu Braz vai plantar 3,5 mil hectares de soja nos municípios de Niquelândia e Padre Bernardo. O agricultor arrendou a terra e está fazendo a correção para ter boa produtividade. "Esse solo tem 35% de argila e 60% de areia. A composição é muito boa", diz.

A fartura de calcário é uma das vantagens para a correção do solo. Há várias jazidas do minério na região, o que causa redução de custos. A tonelada de calcário colocada na roça em Niquelândia custa R$ 50,00. Em outras regiões de Goiás, o custo pode chegar a R$ 100,00.

A terra com arrendamento mais em conta também favorece o investimento. O pecuarista Oscar Lopes Faria diz que terá vantagens com o negócio. "Pode diversificar os ganhos da fazenda e consertar a terra, que onde planta soja a terra fica nova", diz.

O hectare de terra normalmente é arrendado por cinco anos com o pagamento feito em soja. O produtor dá uma saca no primeiro ano e oito sacas no último ano de arrendamento.

O produtor Wilton Guimarães também investe na soja no norte goiano. Nesta safra, ele irá cultivar 1,46 mil hectares, com boa parte da área é arrendada. Nos últimos anos ele viu muitas pessoas novas chegarem à região. "Vamos trazer companheiros produtores e vamos aumentar a produção do município. Com isso, eles trarão experiências e novas tecnologias. Juntos, faremos uma concorrência positiva", diz.

Pela última previsão da Conab, a área de soja em Goiás pode aumentar 6% na próxima safra, chegando a três milhões de hectares.
 
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