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Notícias

12/12/2016

Milho reforça presença do país no mercado mundial de grãos

A produção de milho é importante para o Brasil é dá respaldo nas negociações do país no exterior, disse o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) na abertura do Fórum Mais Milho, nesta sexta-feira (9), em Cuiabá (MT). Ele lembrou que no caso de grãos não há grandes entraves comerciais e nem fitossanitários por parte de compradores estrangeiros. Salientou ainda ser importante agregar valor aos produtos da pauta de exportação brasileira.

Maggi chamou a atenção dos produtores rurais sobre a importância das informações relacionadas ao mercado fornecidas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Mapa, na hora de decisão da venda da safra. Para ele, como há previsão de safra muito grande, os produtores poderiam se organizar em espécies de cooperativas para negociar a produção da melhor maneira possível, a fim de evitar prejuízos. Ele também defendeu o uso do grão para a produção de etanol.

O ministro falou no painel As políticas do Mapa para a Cultura do Milho. O evento contou com a presença do governador de Mato Grosso, Pedro Taques, e dos presidentes da Aprosoja (Associação dos Produtores de Milho e Soja) do estado, Endrigo Dalcin, e da Abramilho, Sérgio Luis Bortolozzo. O secretário de Política Agrícola do Mapa, Neri Geller, participou do painel O Cenário do mercado de milho para 2017.

Lago do Manso

Na tarde desta sexta (9), Maggi participou da assinatura de 57 contratos de cessão de uso do Parque Aquícola do Lago do Manso – UHE de Manso, no Palácio Paiaguás, junto com o governador de Mato Grosso, Pedro Taques. O ministro disse que o Mapa deve autorizar, já no início do próximo ano, mais 39 cessões de uso do Manso, localizado na Chapada dos Guimarães. Na solenidade, Maggi entregou o documento a Maria Aparecida de Andrade, beneficiada com a cessão de uso.

O ministro destacou o potencial do Parque Aquícola do Lago Manso – UHE do Manso para cultivo de peixe. O Manso, assinalou, tem capacidade instalada entre 16 mil e 17 mil toneladas de peixe por ano. “A piscicultura pode gerar aqui 413 empregos diretos, cerca de 1,6 mil indiretos e um faturamento de R$ 117 milhões por ano”, acrescentou, ressaltando a necessidade de incentivar a expansão da atividade em Mato Grosso.

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