Skip Ribbon Commands
Skip to main content
Navigate Up
Sign In
Você está em: Skip Navigation LinksDuPont Pioneer / Media Center / Notícias

Notícias

16/12/2016

O campo brasileiro se despede da burocracia

Se por um lado o agronegócio brasileiro não teve em 2016 o melhor desempenho de sua história devido aos problemas climáticos nas principais regiões produtoras, desvalorização de preço das commodities e dificuldades na contratação de crédito rural, por outro lado, deu um enorme salto político, com a criação do Plano Agro+.

Lançado em agosto, pelo Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, e pelo secretário-executivo da pasta, Eumar Novacki, a iniciativa foi criada com o objetivo de melhorar os processos regulatórios e normas técnicas para tornar o Brasil mais competitivo e com maior presença no mercado internacional.

A meta traçada é clara: fazer com que, até 2020, o Brasil consiga aumentar a sua participação no comércio mundial agrícola, passando dos atuais 7% para 10%. Com isso, os especialistas calculam que mais de US$ 30 bilhões serão injetados na economia brasileira. “O objetivo é tirar o dinheiro da mão da ineficiência e colocá-lo à disposição da eficiência”, afirma Maggi. “Essas ações resultarão em mais empregos e mais renda para o Brasil.”

Para acelerar esse processo de modernização do agronegócio, o ministério firmou parceria com a Frente Parlamentar da Desburocratização da Câmara dos Deputados e o Conselho de Secretários Estaduais de Agricultura (Conseagri). O intuito deste acordo é minimizar o custo anual da burocracia para o Brasil, calculado em R$ 46,3 bilhões, ou seja, 25% do Produto Interno Bruto (PIB). “Esta parceria foi mais um passo importante na evolução e consolidação do projeto”, afirma Ricardo Cavalcanti, coordenador do Plano Agro+.

O projeto

Com o slogan “Queremos um Brasil mais simples para quem produz e mais forte para competir”, o plano foi elaborado a partir de 315 demandas enviadas ao Mapa e de consultas a 88 entidades do setor produtivo. De acordo com Cavalcanti, por meio de encontros técnicos, seminários e workshops com entidades representativas do setor produtivo, foram diagnosticadas as necessidades e deficiências do agronegócio brasileiro. “Já temos mais de 350 demandas, mas a ideia é manter este canal aberto para continuarmos recebendo as necessidades de todo o setor”, diz ele.

Autor:
Bruno Santos

Fonte: