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31/12/2013

Portos do Paraná recebem quase R$ 250 milhões em investimentos em 2013

Balanço do ano traz saldo bastante positivo em melhorias em infraestrutura, Marítima e Terrestre, em tecnologia e em gerenciamento, nos dois portos 
  
Os Portos do Paraná estão fechando 2013 com um volume expressivo de investimentos em obras e projetos. As ações em execução somam o valor de mais de R$193,4 milhões. Já em procedimento licitatório, são mais de R$ 54,2 milhões. Ou seja, um saldo anual de mais de R$ 247 milhões aplicados, pelo Governo do Estado, com recursos da própria autarquia, em melhorias. 
 
Como explica o Governador Beto Richa, os investimentos realizados são os maiores da história dos portos paranaenses e dão aos terminais condições de alcançar a excelência em gestão e nível de serviço adequado para oferecer a todos os usuários. “Seguimos em busca da melhoria constante, para oferecer um sistema mais moderno e eficaz com infraestrutura e segurança às cargas e aos navios, além de transparência na gestão e nas operações. Começamos em 2011, demos sequência em 2012 e, este ano, estamos colhendo os frutos. Os avanços são notáveis e comemorados por todos os seguimentos que operam pelos Portos do Paraná”, afirma Richa. 
 
O secretário de Infraestrutura e Logística do Estado, José Richa Filho, explica que, em 2013, o foco dos investimentos foi, principalmente, na gestão de Projetos Estruturantes de Infraestrutura, onde estão sendo investidos aproximadamente R$ 24 milhões. “Destacamos o projeto executivo do novo Corredor de Exportação de Grãos do Porto de Paranaguá, o píer em “T”; o Projeto Executivo de Engenharia do Corredor Oeste (píer em “F”) e o Projeto Executivo de Engenharia dos Granéis Líquidos, píer em "L"”, comenta. 
 
Projetos esses que, segundo Richa Filho,  tendem a viabilizar a expansão do aparato portuário através de “Parcerias Público-Privada”, mediante procedimento licitatório, que deverá ser executado pelo Governo Federal. “Por isso, aguardamos com muita ansiedade o anúncio do segundo bloco dos investimentos, esperando que venha de acordo com o que foi projetado pelo Plano de Zoneamento e Desenvolvimento do Porto Organizado (PDZPO), aprovado em unidade com toda a comunidade portuária, tanto de Antonina quanto de Paranaguá”, afirma. 
 
Balanço – De acordo com o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, 2013 foi um ano marcado por conquistas. 
 
“Passamos um período da nossa gestão elaborando projetos. Esses projetos foram concluídos, licitamos e com as licitações temos uma série de obras iniciando agora nos primeiros meses de 2014. Com isso, iremos requalificar a estrutura dos Portos do Paraná e trazer grandes ganhos e melhorias. Estamos tendo um choque de gestão, que o Paraná tanto precisava e precisa, por ser um estado forte e intenso na exportação do Agronegócio e da Indústria como um todo”, diz. 
 
Entre as conquistas de 2013, Dividino destaca a consolidação do sistema Carga Online, de gerenciamento do fluxo de caminhões na descarga de grãos no Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá, que, este ano, serviu de exemplo para outros portos do país; a alteração do sistema jurídico da Appa, de autarquia para empresa pública, e a aprovação do novo quadro funcional dos portos, que tendem a por fim à indústria de ações trabalhistas e abrir oportunidades de emprego, trabalho e renda, através de novos concursos públicos; e a nova campanha de dragagem. 
 
“Em 2013, assinamos o maior contrato de dragagem que o Porto já celebrou. São mais de R$114 milhões investidos, onde vamos colocar as condições operacionais de navegação, nas condições de projeto, como deveriam estar há décadas. Oferecendo mais segurança e melhores condições operacionais, vamos nos posicionar, novamente, como Portos com melhores condições de manutenção e cuidado com seu ativo de acesso e com maior respeito aos usuários”, conclui Dividino. 
 
Além disso, a Appa está trabalhando na mudança do regime jurídico dos portos paranaenses. A Appa passará a ser considerada empresa pública. A mudança colocará fim à indústria das ações trabalhistas que em 20 anos ceifou dos cofres da empresa R$ 1,4 bilhão.  
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