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Notícias

15/07/2013

Agronegócio representa 97% dos embarques do MT

As exportações originadas do agronegócio responderam por 97,88% da receita total gerada em Mato Grosso com os embarques de produtos para o mercado internacional no 1º semestre, movimentando US$ 8,349 bilhões, segundo levantamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
 
Além das exportações de soja em grão e derivados, as vendas de milho responderam pelo 2º maior volume de negócios, movimentando US$ 1,275 bilhão com 4,548 milhões de toneladas. Comparado com o mesmo período de 2012, houve evolução de 632% na receita e de 585% na quantidade de embarques, considerando que na época foram comercializadas 663 mil toneladas de milho pelo Estado e a receita obtida não superou US$ 174 milhão.
 
Na pauta de exportações, os embarques de carne garantiram a 3ª maior participação, movimentando US$ 772,272 milhões, proveniente de 232,701 mil toneladas enviadas ao mercado externo. No ano anterior, as vendas de carne bovina, suína e de  aves acumuladas até junho movimentaram US$ 608,235 milhões com 85,688 mil (t), confirmando incremento de 26% em volume financeiro e físico em 2013.
 
MAIORES EXPORTADORES - Maior produtor mundial de soja, o município de Sorriso liderou o ranking dos maiores exportadores de Mato Grosso, movimentando US$ 790,543 milhões de janeiro a junho. Deduzindo os US$ 43,678 milhões investidos na importação de produtos, o município garantiu superávit de US$ 746,864 milhões. A Capital de Mato Grosso ocupou a 2ª posição no ranking das exportações, movimentando US$ 460,662 milhões.
 
INDUSTRIALIZADOS - Participação dos produtos industrializados no volume total exportado por Mato Grosso foi de apenas 5,13% e garantiu US$ 438,013 milhões no semestre. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve aumento de 16,8%. Presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Jandir Milan entende que a valorização das commodities agrícolas afeta as exportações de produtos industrializados. "Mas, acreditamos que no 2º semestre essa situação irá se alterar e o mercado voltará a ficar aquecido".
 
Nas lavouras da região de Toledo, no oeste do Estado, a colheita tem avançado, mas com presença de grãos ardidos e brotados, embora ainda dentro da média aceita pela indústria compradora.
 
"As produtividades são boas", acrescentou o Deral, no relatório.
 
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou esta semana a projeção para a colheita da segunda safra, para 44,24 milhões de toneladas, cerca de 600 mil toneladas a mais que na estimativa de junho, reforçando os indicativos de uma safra recorde do cereal.
 
Em um levantamento publicado no início da semana, a consultoria Clarivi estimou que a colheita de milho segunda safra em todo o país foi realizada em 18 por cento da área plantada, contra 11 por cento uma semana antes e 17 por cento um ano atrás.
 
A entrada da safra no mercado tem pressionado os preços no mercado nacional. O indicador Esalq/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), caiu 2,3 por cento na quinta-feira na comparação com uma semana antes, a 25,24 reais por saca de 60 kg.
 
As projeções oficiais são de que o Brasil vai exportar 15 milhões de toneladas de milho na safra 2012/13, abaixo dos 22,3 milhões de toneladas da temporada anterior, mas ainda um dos maiores volumes da história.
 
 
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