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Sistema de Combinação de Cultivares de Soja

11
mai
2020
Soja

Um dos maiores desafios enfrentados pelos produtores é a escolha da “cultivar perfeita” para cada gleba de sua propriedade. A cultivar escolhida deve atender aos seus principais interesses, que normalmente são: precocidade, resistência aos herbicidas, pragas e doenças, mantendo sempre um alto rendimento e uma perfeita qualidade de grãos. Além disso, a cultivar deve ter alguma flexibilidade de plantio para épocas e diferentes condições de solo e clima.

Devido a essa complexidade, a melhor alternativa é encontrar a “cultivar ideal” para cada região, propriedade ou talhão. Para atender essa necessidade, são realizados testes com diferentes cultivares em diferentes ambientes por vários anos, identificando, desta forma, qual o posicionamento correto a ser adotado para cada cultivar e qual será a mais adequada para cada gleba da propriedade do produtor.

Esses testes são baseados na interação entre o genótipo e o ambiente, resultando no ajuste das melhores práticas de manejo para obter o máximo rendimento e estabilidade produtiva de cada cultivar.

Atualmente, existem várias cultivares recomendadas para cada região produtora de soja do Brasil, sendo que o rendimento destas é resultante da menor ocorrência dos diferentes tipos de estresses durante o ciclo da cultura, ou seja, quanto menor o estresse sofrido pelas plantas durante o desenvolvimento, melhor será seu

Sistema de combinação de cultivares (SCC)

Uma estratégia inteligente na escolha das cultivares é a adoção do Sistema de Combinação de Cultivares (SCC), que visa proporcionar o aumento do rendimento médio da propriedade, combinando cultivares de soja de diferentes ciclos e características.

Neste sistema, as cultivares são divididas proporcionalmente entre os talhões, havendo um menor prejuízo no rendimento caso ocorra deficiência hídrica, excesso de chuvas, ataque de pragas e incidência de doenças em determinados períodos críticos do desenvolvimento da cultura.

Índice de Área Foliar (IAF)

No sistema de produção, deve-se buscar em uma lavoura de soja um Índice de Área Foliar (IAF) entre 4 e 4,5m² para cada m² de área de solo (relação aproximada de 4:1) para que se tenha rendimentos elevados.

O IAF proporciona um aproveitamento de aproximadamente 95% dos raios solares pelas folhas distribuídas nas plantas, o que acarreta no melhor aproveitamento da luminosidade para fotossíntese.

Para se entender melhor a necessidade das plantas de soja e para que se conduza a um excelente sistema de combinação, é preciso observar como eram as características das plantas entre as décadas de 1980 e 1990 em comparação com dias de hoje.

Naquela época, as cultivares se caracterizavam por grupos de maturação maiores (mais tardias) e potencial de IAF que se aproximava de até 8:1 (muito acima do que a cultura necessita). Ao emergirem, sofriam ataques de insetos, o que ocasionava na perda de estande pela ineficiência dos tratamentos de sementes que não possuíam inseticidas.

Além disso, ocorriam perdas de IAF no controle de plantas daninhas, pois os herbicidas apresentavam forte fitotoxicidade à cultura.

Enquanto as plantas se recuperavam, a população de lagartas estava aumentando e com isso se perdia muita área foliar, pois o nível de dano para o início das aplicações de inseticidas, somente era atingido ao apresentar 40 lagartas por batida de pano (recomendação da época).

Assim, o IAF, que iniciava com potencial de 8:1, era reduzido a aproximadamente 4:1, ou seja, a soja era induzida a perder elevadas quantidades de área foliar, restando ainda o suficiente para alcançar produtividades entre 2.400 e 3.000 kg/ha.

Atualmente, as práticas culturais estão direcionadas à redução de perda da área foliar, sendo que as cultivares mais produtivas são as que conseguem desenvolver o IAF em torno de 4:1 no talhão onde são inseridas, utilizando, com isso, toda a energia disponível no ambiente (água, luminosidade e nutrientes).

Para isso, os produtores e os profissionais da área agronômica precisam ter muito “conhecimento” das características das cultivares e, principalmente, do local onde elas serão inseridas.

O manejo ideal da cultura deve ser realizado objetivando a menor perda de área foliar possível, resultando em um IAF próximo aos 4:1 programados. Assim, as cultivares com grupos de maturação menores (mais precoces) e com menor porte (plantas mais baixas) tornam-se mais eficientes em comparação àquelas utilizadas em anos anteriores.

Características e resultados práticos

As cultivares de soja, de acordo com seu ciclo e hábito de crescimento, possuem características diferentes entre elas em relação aos seus potenciais de rendimento em função de diferentes épocas de semeadura, e em diferentes condições ambientais durante cada safra.

É possível observar no gráfico 1 que as diferenças entre as diversas cultivares de soja disponíveis para semeadura em cada região, podem fazer com que as cultivares de um ciclo mais produtivo em um determinado ano não sejam tão produtivas do próximo e vice-versa. Tudo isso por que dependendo das condições ambientais durante o desenvolvimento da cultura algumas cultivares são favorecidas e outras o oposto, sofrem mais com situações de seca por exemplo.


Gráfico 01. Produtividades de soja de diferentes ciclos e em diferentes épocas de semeadura em dois anos distintos.

Geralmente em anos de maior déficit hídrico as cultivares de ciclo mais curto sofrem mais e ficam favorecidas as cultivares de ciclo mais longo e de maior IAF. O contrário geralmente é observado, se as condições ambientais forem totalmente favoráveis.

A tendência é de que as cultivares de ciclo intermediário para curto se destaquem em produtividade. Isso por que ao final do ciclo, diversas doenças podem acometer a soja, principalmente a Ferrugem Asiática (Phakopsora pachyrhizi) que pode reduzir drasticamente a produtividade.


Gráfico 02. Produtividades de cultivares de soja de diferentes ciclos semeadas em três épocas diferentes, durante o ano safra 2017-2018.

O gráfico 2 nos traz em detalhe o que aconteceu nas diferentes épocas de semeadura no município de Arapoti-PR durante o ano safra 2017-2018.

Na primeira época, que corresponde aos plantios realizados aproximadamente no dia 15 de setembro, as cultivares de soja, de ciclo intermediário, se destacaram em relação a do ciclo mais curto e a de ciclos mais longos.

Quando analisamos a segunda época, que corresponde aos plantios de próximo a 15 de outubro, observamos a tendência das cultivares de ciclos mais longos produzirem mais, o que não é observado na terceira época de semeadura que aconteceu em meados de novembro, quando as cultivares de ciclo mais curto tiveram um desempenho maior. Nesse último caso, provavelmente, as cultivares de ciclo mais longo sofreram uma pressão mais severa de doenças, e por isso a redução de produtividade nos ciclos mais longos.


Gráfico 03. Produtividades de cultivares de soja de diferentes ciclos semeadas em tres épocas diferentes, durante o ano safra 2018-2019.

No gráfico 3 observamos que as produtividades alcançadas não foram tão elevadas quanto às apresentadas no gráfico 2, referente a safra 2017-2018. A explicação para tal acontecimento está nas condições ambientais durante o ciclo da soja na safra 2018-2019, que sofreu com períodos longos de escassez de chuvas somados a temperaturas extremamente elevadas, que atingiu principalmente as cultivares plantadas durante a segunda época.

No gráfico é possível observar o comportamento da primeira época de semeadura semelhante ao ano anterior, sendo que as cultivares de ciclo intermediário se sobressaem às de ciclo mais longo e às de ciclo mais curto.

Na segunda época observamos que as cultivares de ciclo mais longo tiveram maiores problemas em estabelecer maiores produtividades, isso por que essas cultivares foram mais severamente atingidas pelas ondas de calor e pelo solo extremamente seco, do que as cultivares que estavam mais adiantadas (mais precoces).

A terceira época nos mostra claramente a dificuldade que as sojas de ciclo mais curto tem em estabelecer elevadas produtividades em condições ambientais limitantes.

Quando comparadas às cultivares de ciclo mais longo, as cultivares de ciclo mais curto produziram menos, isso por que elas têm um menor período de desenvolvimento vegetativo, e uma maior necessidade de que tudo ocorra o mais adequado possível par atingir elevadas produtividades.

Possivelmente os resultados da safra 2019-2020 sejam superiores aos resultados de 2017-2018 em produtividade, devido ao clima mais favorável dessa safra, e também ao significativo menor ataque de pragas e doenças. Dessa forma, espera-se que as cultivares de ciclo intermediário para curto tenham uma performance superior às cultivares de ciclo longo, primeiro pelo maior aproveitamento da luz, menores índices de acamamento e menor exposição ao déficit hídrico do final da safra.

Considerações finais

As cultivares mais precoces e com porte mais baixo (IAF menor) devem ser utilizadas nas melhores épocas de semeadura, em áreas com baixo risco de deficiência hídrica e com boa fertilidade de solo. Necessário ainda, que sejam adotadas boas práticas culturais, a fim de obter a menor perda possível de IAF.

As cultivares mais tardias e com porte mais alto (IAF maior), por sua vez, devem ser utilizadas nas datas de semeadura fora do ideal e em áreas novas, desuniformes e com fertilidade mais fraca.

Portanto, a adoção do Sistema de Combinação de Cultivares (SCC) permite maximizar o rendimento das diferentes cultivares de soja, diluindo os riscos que não estão sob o controle do produtor – riscos climáticos – e os danos por pragas e doenças inerentes à cada safra, além disso, possibilita a melhor organização na utilização das máquinas agrícolas nas práticas culturais e também no escalonamento da colheita.


Imagem 01. Sistema de Combinação de Cultivares marca Pioneer®.

por Pergentino De Bortoli
Formado em Engenheira Agronômica pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e atualmente Engenheiro Agrônomo da Corteva Agriscience™ para o PR e SC Alto.
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  • Comentários (25)

Mauricio Junqueira da silva

2/5/2021 9:59:24
Bom dia, gostaria de ter a tabela de zoneamento e tenho uma área com 840 metros de altitude de terra argilosa que quando falta chuva seca muito e chega a ter rachaduras na superfície. Gostaria de saber qual semente de soja e milho é a mais Indicada para esse tipo de terreno. Obrigado!! Fico no aguardo !!
Blog Agronegócio em Foco
23/8/2021 15:05:45
Olá, Mauricio! O que muda é a forma de cálculo de sementes por metro, se você está utilizando espaçamento de 50 cm e quer colocar 60 mil sementes: 10.000m2/0,5cm= 20.000 m linear.

Carlos alberto

14/4/2020 22:37:44
Boa noite. Querio informaçao qual produto para 2 areas diferentes que tenho com altitudes diferentes. Altitude de 500 metros Altitude de 1500 metros Sao duas regiaos muinto diferente e quais cutivares eu posso trabalhar. Obg
Pergentino De Bortoli
14/8/2020 9:11:46
Tudo certo, Carlos? Obrigado pelo seu comentário. É importante ressaltar que além da altitude local, outros fatores são determinantes para a melhor escolha das cultivares a serem trabalhadas. No nosso catálogo de produtos é possível encontrar as cultivares adequadas para as duas situações citadas, você pode acessá-lo neste link: http://www.pioneersementes.com.br/media-center/download-center/247/catalogo-de-soja-2020 Para ajustes mais afinados da cultivar, população e época de semeadura, recomendamos que você procure o Representante Pioneer da sua região, pois ele lhe dará o melhor suporte conhecendo especificamente as suas condições de cultivo. Um grande abraço, Pergentino

Rodrigo

18/7/2018 20:03:38
Opa... Estou iniciando no ramo da lavoura, gostaria de saber qual melhor semente e época de plantio??? Obrigado.
Blog Agronegócio em Foco
19/7/2018 14:51:01
Olá, Rodrigo! Tudo bem? Enviamos algumas instruções para o seu e-mail. Muito obrigada pelo seu contato. Qualquer dúvida, fale novamente conosco, será um prazer lhe atender.

Fábio Wariss Romeiro

28/8/2017 10:45:15
Bom dia! Sou agricultor iniciante no cultivo de soja. Gostaria de ter acesso a tabela de zoneamento referente ao grupo de maturidade e indicação de quais cultivares ponho em áreas arenosas e argilosas de segundo ano, e áreas arenosas e argilosas de primeiro ano. Se possível, gostaria de ter uma cartilha de plantio, desde o início, com indicação de produtos a serem usados no decorrer da lavoura e suas épocas de aplicação. Obrigado.
Vinícius Alencar Júlio
6/9/2017 16:12:46
Sr. Fábio Wariss Romeiro, Primeiramente, gostaríamos de agradecê-lo por entrar em contato conosco. Nos sentimos muito honrados em poder lhe auxiliar. Quanto as cultivares de soja do nosso portfólio, que podem se encaixar dentro das suas necessidades e na região no qual encontra-se a sua propriedade, são as seguintes: 98Y52 e P98Y70. Estas duas cultivares possuem zoneamento para o Estado do Pará. Para melhor atendê-lo, temos um Representante Comercial que atende a região, no qual poderá orientá-lo com mais informações. Segue o contato dele: Thiago Prati, Tel: (91) 99142-3340. Thiago fica sediado em Paragominas-PA. Também lhe enviarei os nossos catálagos de milho e soja por e-mail. Características da 98Y52: - Grupo de Maturação 8.5 - Ciclo para a região: 105 a 110 dias - População: 360 a 400 mil plantas finais/ha - Cultivar com ótimo potencial produtivo e estabilidade - Tolerância ao acamamento - Resistente aos nematoides de cisto raças 1, 3 e 5 - Indicada para áreas com fertilidade melhor. OBS: Esta cultivar entra como opção para os Plantios nas áreas de maior fertilidade de 2° ano, conforme relatado pelo Senhor. Características da P98Y70: - Grupo de maturação 8.7 - Ciclo para a região: 115 a 120 dias - População: 180 a 200 mil plantas finais - Possui ótimo potencial produtivo - Cultivar com sistema radicular agressivo - Baixo fator de reprodução para o nematoide Pratylenchus brachyurus - Indicada para áreas de Média a Alta fertilidade. Obs: Esta cultivar entra como opção para as áreas de média fertilidade, e pode se encaixar nas áreas de 1° ano em sua propiedade. Mais uma vez agradecemos pelo seu contato. Espero ter lhe ajudado. Atenciosamente Vinícius Alencar Júlio Departamento Técnico

Gilvan Espedito Lemos

26/7/2017 23:52:54
Boa noite, Gostaria de pedir para me enviarem a tabela de zoneamento referente aos Grupos de maturidade relativa. Obrigado!
Blog Agronegócio em Foco
23/8/2017 13:46:58
Olá, Sr. Gilvan. Enviamos a tabela de Zoneamento Agrícola para o seu e-mail. Um abraço, equipe DuPont Pioneer.

Mauro Mundim Nery

5/12/2016 13:51:29
Peço a fineza aos técnicos Pioneer esclarecerem-me o seguinte: 1 - Lemos, em diversas publicações, que as sementes de soja são classificadas em Grupo I, Grupo II e Grupo III 2 - Lemos, também, que as sementes são classificadas em razão de seu GMR - Grupo de Maturidade Relativa (classificação norte americana, de 0 a 10) 3 - Pergunto: quais são as diferenças entre Grupos I, II e III e esse GMR? Agradeço Mauro Mundim Nery 69 99944-9424 whatssapp 05 12 2016
Bernardo Tisot
8/12/2016 6:55:14
Olá, Sr. Mauro! A classificação Grupo I, II e III enquadra os materiais como precoce, médio e tardio. Porém, isso é muito empírico. Então, dentro dessa classificação existe outro tipo, que são os Grupos de Maturidade Relativa posicionados em cada região do Brasil. Essa classificação especifica e diferencia melhor os ciclos entre os materiais. Para melhor compreensão, enviaremos para o seu e-mail uma tabela de Zoneamento Agrícola. Obrigado por sua participação em nosso blog. Um abraço, Bernardo.
Rebeca
1/3/2017 13:11:57
Boa Tarde. Fiquei com a mesma dúvida. Será possível mandarem para o meu e-mail uma tabela de Zoneamento Agrícola também? Obrigada.
Blog Agronegócio em Foco
22/3/2017 10:28:03
Olá, Sra. Rebeca. Enviamos a tabela de Zonemaneto Agrícola para o seu e-mail. Um abraço, equipe DuPont Pioneer.
Fellipe Sampaio
4/8/2017 1:09:59
Olá! Se possível gostaria de receber essa tabela do Zoneamento Agrícola também! Obrigado!
Blog Agronegócio em Foco
23/8/2017 13:47:48
Olá, Sr. Fellipe. Enviamos a tabela de Zoneamento Agrícola para o seu e-mail. Um abraço, equipe DuPont Pioneer.
Carolina Cardoso
10/10/2018 14:35:34
Olá, fiquei com a mesma dúvida. Seria possível me enviar por email a tabela de zoneamento agrícola? Obrigada!
Blog Agronegócio em Foco
23/10/2018 13:48:27
Olá, Carolina! Como esta tabela muda todo ano e existe uma para cada região, sugerimos que você busque por esta informação acessando: http://www.agricultura.gov.br/assuntos/riscos-seguro/risco-agropecuario Qualquer dúvida, estamos à disposição. Abraço!

Vinicius Lemes de Morais

30/4/2015 16:56:50
Toda a equipe está de parabéns pelo blog, sempre muito esclarecedor e útil, sou engenheiro agrônomo em formação e neste ano começarei a cultivar, e de tanto ler as posições técnicas do pessoal da pioneer, e por ver os resultados das cultivares e dos híbridos, não tenho dúvidas, seremos parceiros por muitos anos.Continuem contribuindo com a agricultura, levando tecnologia e informação para este setor que sempre impulsiona o país.Abraço!

Everaldo Luiz Calgaroto

29/4/2015 21:24:17
GOSTARIA DE PARABENIZAR A PUBLICAÇÃO DA EQUIPE PIONNER SOBRE O SCC. O GRÁFICO 1 ESCLARECE MUITO BEM O QUANTO A CULTIVAR PIONEER 95R51 TEM SEU ESPAÇO GARANTIDO NO SISTEMA DE COMBINAÇÃO DE CULTIVARES E NOS GARANTE ESTABILIDADE MESMO EM ANOS MENOS FAVORÁVEIS PARA A CULTURA DA SOJA. NA SAFRA QUE ACABAMOS DE FINALIZAR TIVE A FELICIDADE DE RECOMENDAR PIONEER 95R51 PARA PLANTIO NA RESTEVA DE TRIGO TENDO AO LADO UM MATERIAL DE CICLO 5.9 RECOMENDADO POR SEU DETENTOR PARA PLANTIO NA TERCEIRA ÉPOCA, A MÉDIA OBTIDA FOI DE 65SC/HA COM PIONEER E 50SC /HA COM O OUTRO MATERIAL. ISSO TEM PROVADO QUE O SCC É IMPORTANTE ATÉ NOS PLANTIOS MAIS TARDIOS NO CASO DE RESTEVA.

Riccardo Peres

29/4/2015 9:59:02
Bom dia , Gostaria de saber as variedades indicadas para a minha região
Rodrigo André de Moraes
4/5/2015 8:10:48
Olá, Ricardo! Para a região de Birigui/SP estamos posicionando as cultivares de soja 97R21 (ciclo de 115 dias) e 98Y12 (ciclo de 125 dias). Abraços, Rodrigo - Representante de Vendas da DuPont Pioneer, (18) 99740-0302.

Moacir Jose Rodrigues Junior

28/4/2015 15:08:59
Gostaria de receber informações sobre o sistema de combinação dos materiais da Pioneer para região baixa com 300 mts de altitude.
Adilson Policena dos Santos
8/5/2015 16:17:47
Sr. Moacir, primeiramente gostaria de agradecê-lo pelo questionamento sobre o sistema de combinação das cultivares marca Pioneer® para região baixa com 300 mts de altitude, sendo mais precisamente o munícipio de Novo Planalto/GO. A DuPont Pioneer tem em seu portifólio de cultivares de soja para a região norte do Goiás cultivares com excelente performance. São elas: 98Y30, 98Y70, 98Y71, 99R03, 99R09. Seguem as suas principais características, ciclo e população de plantio: [98Y30] Soja de ciclo médio do grupo de maturação 8.3 (120 a 125 dias), resistente aos NCS raça 3, e resistente ao acamamento. Este material é tolerante à Mancha-alvo e possui boa tolerância à chuva na colheita. Evitar o plantio em áreas com histórico e Nematoide de Galha, evitar solos compactados, monitorar para DFC e Antracnose para aplicação de fungicidas. Posicionamento em torno de 200.000 a 220.000 plantas/ha. [98Y70] Soja de ciclo médio do grupo de maturação 8.7 (125 a 128 dias), resistente aos NCS R3, possui bom desempenho em áreas com Pratylenchus brachyurus. Material com sistema radicular agressivo. Monitorar para Oídio, Mancha-alvo e Antracnose. Posicionamento em torno de 180.000 a 220.000 plantas/ha. [98Y71] Soja de ciclo médio do grupo de maturação 8.7 (125 a 128 dias), resistente aos NCS R3 e 14. Este material possui sistema radicular agressivo. Moderada resistência à Antracnose e Vírus do Mosaico, devendo ser monitorada a Mancha-alvo para aplicação de fungicidas. Posicionamento em torno de 180.000 a 220.000 plantas/ha. [99R03] Soja de ciclo tardio do grupo de maturação 9.0 (130 a 135 dias), com estabilidade, proporciona escalonamento na colheita. Material extremamente indicado para áreas de abertura e muito resistente ao acamamento. Evitar áreas com altas populações de NCS, monitorar de forma intensiva as doenças de final de ciclo, evitar o plantio tardio em áreas com histórico de ataque de Mosca Branca. Apresenta média tolerância às chuvas na colheita. Posicionamento em torno de 200.000 a 220.000 plantas/ha. [99R09] Soja de ciclo tardio do grupo de maturação 9.0 (130 a 135 dias), com estabilidade, proporciona escalonamento na colheita. Em áreas com alta fertilidade, posicionar menores populações para reduzir risco de acamamento. Pode ser posicionado em áreas de 9144. Material extremamente indicado para áreas de abertura. Evitar áreas com altas populações de NCS deve-se monitorar de forma intensiva as doenças de final de ciclo. Caracteriza-se por ter excelente engalhamento e arranque inicial. Moderadamente resistente à Mancha Olho-de-rã. Apresenta boa tolerância às chuvas na colheita. Posicionamento em torno de 180.000 a 220.000 plantas/ha.

Henrique Alberto Maldaner

28/4/2015 14:42:26
Excelente material pessoal. Estão todos de parabéns. Abraço.
     
 

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