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Adubação para a cultura do milho safrinha

17
jan
2020
Milho, Safrinha, Manejo

Com o crescimento significativo em área (hectares), o milho está consolidado como uma das atividades mais importantes na agricultura brasileira.

Entre as épocas de cultivo do milho, somam-se aproximadamente 17 milhões de hectares, dando destaque para o cultivo em segunda safra, que em 2011 se igualou e, passou a ter nos anos seguintes, um número maior de hectares plantados, conforme mostra o gráfico abaixo:


Gráfico 01. Milho 1° safra x 2° safra em hectares – Histórico 30 anos. Fonte: CONAB adaptado por Sandro Quinebre.

Essa expansão significativa da cultura em segunda safra, se deu graças a vários fatores como: melhoramento genético (híbridos mais adaptados), melhoria nos investimentos e novas tecnologias.

Tudo isso refletindo em crescimento de produtividade e competitividade em relação aos outros cultivos, tornando-se uma das opções mais interessantes financeiramente, pós-cultura de verão (ou primeira safra).


Gráfico 02. Produtividade média (scs/há) do milho 1° safra x 2° safra – Histórico 30 anos. Fonte: CONAB adaptado por Sandro Quinebre.

Assim como qualquer projeto, é necessário planejar as ações que serão executadas durante a safra, tais como:

• Área de cultivo/Perfil físico e químico de solo;
• Híbrido/Tecnologia;
• Época de plantio (Mix de Produtos);
• Adubação;
• Defensivos.

É de extrema importância analisar o sistema de produção como um todo, ou seja, as ações que serão realizadas em um cultivo e seus possíveis resultados no cultivo subsequente.

Dentre as atividades de manejo para a cultura do milho em segunda safra, o planejamento da adubação está entre as principais para o alcance de altos rendimentos em produtividade, sendo assim, é importantíssimo o conhecimento de cada nutriente demandado pela cultura.

Dinâmica de nutrientes

Cada elemento possui papel fundamental na vitalidade da planta, sendo estes absorvidos de diferentes formas.

Desta maneira, conhecendo melhor as formas de absorção, isso irá contribuir no manejo de adubação e consequentemente auxiliar na disponibilidade dos diferentes nutrientes para a cultura. Abaixo citamos algumas formas de absorção:

1. Interceptação radicular: é o encontro da raiz com o elemento disponível no solo (ex.:Cálcio);

2. Fluxo de massa: movimento do íon em uma fase aquosa móvel carregado pela água (nutrientes móveis na solução do solo, ex.: Nitrogênio);

3. Difusão: movimento do íon em uma fase aquosa, passando de uma região de maior concentração para uma de menor concentração próxima da raiz (ex.:P).


Quadro 01. Relação entre o processo de contato e a localização dos fertilizantes (Malavolta,1980).

Expectativa de Produção x Adubação NPK

Toda expectativa de produção está combinada há uma série de fatores, assim as demandas de exportação e extração da cultura, devem ser levadas em consideração juntamente com a genética, a tecnologia, a defensividade, etc.

É de suma importância sempre avaliar o sistema de produção, ou seja, o que podemos ter disponível, oriundo de culturas anteriores, principalmente na sucessão de milho com leguminosas, onde estas, deixam um residual de nitrogênio, devido a fixação biológica.


Quadro 02. Média de extração e exportação de diversos autores, para a cultura do milho. Fonte: Nutrição de Safras.

No entanto, a tabela acima cita as quantidades do elemento e não óxidos, desta maneira devemos transformar conforme os fatores abaixo:


Quadro 03. Transformação dos nutrientes para forma oxida Fonte: Nutrição de Safras.

É muito importante entender e aprimorar o conhecimento sobre as demandas da cultura em relação aos picos de absorção de nutrientes, visto que contribuirá no aumento da eficiência dos manejos de adubação.

Como mostra a figura abaixo, os picos de absorção para o nitrogênio e potássio iniciam cedo se estendendo até após florescimento, assim, dependendo do ambiente, o parcelamento destes macronutrientes, pode ser uma forma assertiva de atender as demandas da cultura.


Imagem 01. Picos de absorção de nutrientes por fase fenológica do milho.

Antes de qualquer tomada de decisão, para qual tipo de adubo utilizar, temos que ter em mãos as informações de como esta acidez do solo deve ser trabalhada, isso porque, se houver índices altos de H e Al, podemos ter problemas na disponibilidade de macronutrientes importantes como N, P e K.

Quando se fala de milho safrinha a necessidade de correção é ainda mais evidente, pois representa condição básica ao desenvolvimento de um sistema radicular vigoroso, sem o qual a cultura tem sérios problemas para suportar os estresses hídricos das semeaduras de outono-inverno.

Nessas condições também ganha relevância o condicionamento das camadas subsuperficiais (abaixo de 20 cm), o que tem sido feito com aplicações de gesso agrícola (Fundação MS).

Nitrogênio (N)

O nitrogênio é o macronutriente com maior demanda pela cultura do milho, onde seu fornecimento, deve ser com base nos valores de extração, ou seja, ficando próximo 23,4 kg de N/t de grãos (média de vários autores).

Assim devido sua dinâmica no solo como N orgânico, sua disponibilidade para plantas vai depender da decomposição da Matéria Orgânica (MO), no entanto, a definição da dose a ser aplicada é tomada em função do histórico da área e do teor de matéria orgânica do solo, sendo liberado 30 kg de N para cada 1% de matéria orgânica.

Baseando-se na sucessão com soja no verão (mais comum), esta deixa em torno de 15 kg de N/t grãos produzidos, no caso de uma produtividade de 3.600 kg de soja/ha, o milho em sucessão terá um residual em torno de 54 kg/ha de N/ha.

Desta maneira em solos corrigidos e com bom percentual de MO, temos um bom fornecimento de N pelo sistema, ficando a diferença para o alcance da expectativa de produtividade, voltado à adubação complementar.

É valido ressaltar que devido as adversidades que ocorrem no período de segunda safra, o aproveitamento do N disponibilizado via adubação mineral, pode ser parcialmente perdida, ou seja, a eficiência de absorção fica em torno de 50 a 75% de aproveitamento.

Fósforo (P)

O fósforo é um macronutriente muito importante para o milho, sendo grande parte exportado do volume extraído pela planta no sistema, possuindo baixa mobilidade no solo, porém com grande mobilidade na planta, sendo o principal elemento na formação do ATP (energia).

Levando em consideração o sistema de sucessão com soja, normalmente o fornecimento para o sistema é realizado na cultura de verão, deve-se levar em consideração as exigências de exportação das duas culturas, logo teremos em torno de 14 kg de P2O5 para cultura da soja e 7,8 kg de P2O5 para cultura do milho.

Pensando em uma produtividade de 70 sacas de soja e 140 sacas de milho, deverá ser fornecido em torno de 126 kg de P2O5, visando atender as duas expectativas.

É válido ressaltar que o P é absorvido pela planta através de difusão, ou seja, em situações onde os níveis deste elemento estiverem muito baixo recomenda-se a disponibilidade dele via sulco de plantio, facilitando a absorção pelas raízes.

Porém em condições onde os níveis de P estiverem equilibrados, podemos trabalhar com o fornecimento do nutriente a lanço, desta forma, ganhando rendimento operacional no momento do plantio.

A aplicação de P via fertilizante foliar também é uma boa alternativa visando complementar o fornecimento deste macronutriente, este manejo poderá ser bem útil em algumas condições como:

• Em condições de deficiência;
• Pós veranico;
• Pós glifosato;
• Lavoura mal desenvolvida;
• Em R1, R3 para aumentar peso de grão.

Potássio (K)

Após o nitrogênio, o potássio é o macronutriente mais extraído pelo milho, sua recomendação é baseada pela exportação, ficando em torno de 5.1 kg de K2O/t produzida.

Como não faz parte de compostos orgânicos e possui alta mobilidade, os solos mal corrigidos e com baixa CTC apresentam maiores perdas por lixiviação, desta maneira deve-se levar em consideração esses fatores para melhor aproveitamento deste elemento.

Alguns estudos mostram que ocorrem respostas dos níveis de K no solo, em relação a adubação nitrogenada, ou seja, quanto mais próxima a relação 1:1, melhor será a resposta da cultura em: sanidade, tolerância a stress, resistência de colmo e produtividade.

Conforme já mencionado, a demanda por K já existe na fase vegetativa do milho, ou seja, deverá ser fornecido parte deste elemento logo de início, não podendo exceder 60 kg de K2O/ha no sulco de plantio, evitando problemas de salinização nas plântulas.

Resumindo

Como todo cultivo agrícola visa lucro, o plantio de milho deve ser planejado e alinhado com base nas expectativas;

É importante conhecer a dinâmica dos nutrientes, para melhor assertividade do fornecimento deles;

Sempre levar em consideração o cultivo anterior e o potencial de extração (N) e exportação.

Referências
ROSCOE, Renato; MIRANDA, Renata de Azambuja Silva. Manejo da Adubação do Milho Safrinha
Acesso em: 30 dez. 2019.
FRANCISCO, Eros. Manejo da adubação no sistema soja-milho. Acesso em: 30 dez. 2019.
MOSAIC, Equipe. Tabela de Extração e Exportação dos nutrientes na Cultura do MILHO. 2019. Acesso em: 30 dez. 2019.

por Sandro Rossano Quinebre
Engenheiro Agrônomo, formado pelas Faculdades Integradas de Rondonópolis/UNIC. Possui experiência no manejo das culturas de soja, milho e algodão. Atualmente é Agrônomo de Campo na Corteva Agriscience™.

Publicado em: 09/02/2016
Atualizado em: 17/01/2020

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  • Comentários (38)

Ramon Rezende

14/7/2021 15:00:55
Olá, gostaria de saber quantos kilos usar de 5/25/15 para o plantio de milho, levando em conta que é 2 ano de plantação, o primeiro foi soja.
Blog Agronegócio em Foco
23/8/2021 15:15:18
Olá, Ramon! Você pode fazer o cálculo da mesma forma proceder o cálculo para adubação.

amordavidadaaline@gmail.com

16/10/2020 19:30:51
Olá queria saber quais sao os melhores adobus para plantasao de milho
Blog Pioneer
23/3/2021 10:45:55
Olá Aline, Muito obrigado por sua leitura e participação em nosso blog. A melhor adubação para cultura do milho, vai depender do histórico de fertilidade da área onde a cultura será implantada, ou seja, tendo em mãos uma boa análise de solo e com base nas exigências nutricionais da cultura, você poderá posicionar a adubação mais equilibrada. Vale ressaltar que outros manejos (manejo pragas, doenças, plantas daninhas, etc) são extremamente importantes para que a cultura expresse seu máximo potencial produtivo. Abraço, Sandro

Leandro Pereira de Souza

19/9/2020 7:32:08
Bom dia tudo bem eu plantei milho na minha horta já fas 15 dias não tá nem brotando ainda que faco
Blog Pioneer
9/11/2020 12:01:41
Olá Leandro! Muito obrigado por sua leitura e participação em nosso blog. Em ambientes de horta, há elevada presença de patógenos no solo e estes podem comprometer a viabilidade das sementes/plântulas. A recomendação é que se utilize sementes de empresas idôneas (com certificações e registro no MAPA), que contenham um bom tratamento de sementes (com fungicidas e inseticidas) e sejam plantadas em ambientes propícios ao seu desenvolvimento. Espero ter ajudado. Abraços! Sandro

Francisco Miranda

18/9/2020 11:57:32
Olá Sandro muito bom se trabalho. Vou fazer uma pergunta: as aplicações de nitrogênio e potássio na cultura do milho, pode ser fracionada ou deve ser aplicado de uma vez? Se puder ser fracionada, em quantas vezes e em que fase da planta pode ser?
Blog Pioneer
9/11/2020 11:53:22
Olá Miranda! Primeiramente quero agradecer pela sua participação em nosso blog. Os picos de absorção de N e K pelo milho são parecidos, desta maneira suas disponibilidades devem ser similares também, ou seja, nas fases inicias, até no máximo os estádios V4 e V6 da cultura. Em relação ao parcelamento, este pode ser feito e é recomendado principalmente em solos de textura mais leve, assim podendo ser disponibilizados parte no momento de plantio e o restante até no máximo estádio V6 da cultura. Uma observação relevante é o cuidado com doses elevadas destes nutrientes no sulco de plantio, o que poder elevar a salinização e comprometer o desenvolvimento das plântulas. Abraços! Sandro

Diego

14/7/2020 8:07:00
Bom dia, Qual formulado seria mais adequado para colocar na linha de plantio, MAP ou Super Simples? Será trabalhado em um talhão de 12% de argila. 3 anos de soja, o 2° de milho. Correção de acidez, ok. Saturação de Base, 70%.
Sandro Quinebre
23/7/2020 9:42:15
Olá Diego, Muito obrigado pela pergunta. São duas opções excelentes, no entanto deve-se levar em consideração alguns aspectos, aqui irei citar alguns. O objetivo principal é o fornecimento de P (fósforo), porém, caso o solo esteja com níveis de S (enxofre) corrigidos e suficientes para a cultura, MAP é uma boa alternativa, pois irá facilitar o operacional devido a maior concentração de P, e também já irá fornecer um pouco de N (em torno de 11%) que auxiliará no arranque inicial da cultura. No entanto, se tivermos que fornecer uma complementação de S, o Super Simples seria a opção escolhida porque irá contribuir para essa demanda (em torno de 8%). Espero ter ajudado e fico à disposição. Abraços! Sandro Quinebre

Roginaldo Nicácio

12/7/2020 10:02:24
Valeu! Muito bom este artigo! Muito bom mesmo! VC manda bem !
Blog Agronegócio em Foco
17/7/2020 13:56:30
Olá, Roginaldo, tudo certo? É muito bom saber que gostou do conteúdo. Nos esforçamos para que o conteúdo sempre tenha informações que possam contribuir para o nosso leitor. Um forte abraço e obrigado por compartilhar sua apreciação conosco!

João Batista

18/4/2020 15:49:58
Prezado, Sandro boa tarde! Estou pretendendo plantar um plantio de milho em uma área de 60 tarefas terra, o solo aqui em minha propriedade é meio quente devido a quantidade de chuva nos últimos anos de inverno ser pouca. Gostaria de saber qual o adubo indicado para este tipo de solo, alguns agrônomos indica o adubo 10/30 ou MAP. Analisando este tipo de solo, qual devo usar no plantio de milho? Att, João Batista.
Sandro Quinebre
23/7/2020 9:24:43
Olá João Batista, Primeiramente muito obrigado por sua leitura e participação. O milho é uma cultura bastante dinâmica e que gosta de regiões com noites amenas (clima ameno), no entanto, não se limita somente a esses ambientes, assim sendo cultivado em locais com temperaturas mais altas. Antes de qualquer posicionamento nutricional é imprescindível estar com o solo corrigido em termos de pH, acidez, CTC, etc. Assim, com os parâmetros essenciais corrigidos, temos que levar em consideração o quanto se deseja produzir e as exigências da cultura em termos de extração e exportação de nutrientes por toneladas produzidas (conforme citamos no artigo), com base nisso iremos adiante para melhor matéria prima ou formulado. O MAP, conforme mencionado, para uma adubação de base é uma boa opção, porque fornece P (em torno de 50%) e também um percentual de N (em torno de 11%) que contribuirá no arranque inicial da cultura. Posteriormente deverá ser realizado uma cobertura com formulado a base de N e K, para complementação do restante do N e fornecimento de K, ficando a exigência da cultura em torno 23,4 kg/t e 5,1 Kg/t respectivamente. Fico à disposição! Abraços, Sandro Quinebre

JOSE VALTEMIS DA SILVA

17/2/2020 16:57:13
OLHA MUITO BOM AS EXPLICAÇÕES DE VOCÊS GOSTEI MUITO OBRIGADO PELAS INFORMAÇÕES.
Blog Agronegócio
3/3/2020 16:02:17
Olá, José! Ficamos felizes em saber que você gostou do conteúdo. Obrigada por compartilhar conosco. Forte abraço (:

daniel

29/1/2020 7:23:01
Ola pretendo fazer um plantiu de milho num solo de media fertilidade e vou usar um formulado 8/28/16 no plantiu numa dosagem de 400 kgs. Na cobertura vou usar 500 kgs de 20/00/20 em 2 vezes. Pergunto-essas dosagens sao suficientes ? Equal melhor fase pra essa cobertura? att Daniel
Sandro
14/2/2020 10:54:53
Olá Daniel, Primeiramente obrigado pela sua pergunta. Tudo vai depender de suas expectativas de produção, disponibilidade de nutrientes como K e P no solo e cultivo anterior. No entanto, pensando em um possível equilíbrio (ambiente e solo) e nos valores de extração (N) e exportação (P e K), essa adubação poderá entregar entre 100 a 110 sacas de milho/ha. Pensando em momento de cobertura, o milho deve receber nutrientes como N e K nas fases iniciais, assim seria interessante o fornecimento até no máximo V6. Abraços, Sandro

Alexandre Lima

23/7/2018 17:31:40
Olá, prazer, Alexandre, sou acadêmico do curso de agronomia. A minha pergunta e sobre os npk 20-00-20 e 08-28-16, qual o indicado para cobertura e qual o indicado para base?
Marden Oliveira
29/10/2018 11:02:33
Olá, Alexandre! O fertilizante 20-00-20 é utilizado em cobertura na cultura do milho, oferecendo Nitrogênio e Potássio. Já o fertilizante 08-28-16 é uma formulação utilizada na base, no momento do plantio, disponibilizando os nutrientes Nitrogênio, Fósforo e Potássio. Qualquer dúvida, entre em contato novamente. Abraço!

Paulo Santos

24/3/2018 8:15:48
Bom dia, tenho duas tarefas de terra e pretendo plantar milho para o São João, não tenho experiência e preciso de ajuda.
Blog Agronegócio em Foco
27/3/2018 11:28:39
Oi, Paulo! Tudo bem? Para uma avaliação mais assertiva da sua situação, sugerimos que entre em contato com o Frederico Machado pelo telefone (77) 99182-0009. Frederico é gerente de contas na sua região e poderá lhe ajudar e tirar suas dúvidas. Abraços!

André Ricardo Gavioli

31/1/2018 22:07:07
Boa noite! Em um solo de terra rocha e fertilidade média, qual fórmula de adubo vocês recomendam para 30F53 numa produção estimada em 125 sacas por hectare ? E quantos quilos de ureia de cobertura por hectare?
Marden Ataídes de Oliveira
9/2/2018 10:01:23
Olá, André! A formulação de adubo vai depender da análise de solo, porém podemos utilizar a princípio a fórmula 08.28.16 com uma dosagem média de 350 kg/ha. Em relação ao uso da uréia em cobertura, olhando sua expectativa de produção de 125 sacos/ha, vejo que você deverá usar 250 kg/ha de uréia. Abraços, Marden

Marden Oliveira

23/11/2017 11:03:22
Olá Beatriz, Devido ao operacional sempre muito corrido no sistema soja/milho safrinha, ou seja, o plantio do milho safrinha ocorre logo em seguida à colheita da soja, em muito casos, não há tempo para a distribuição do calcário. O ideal, no meu ponto de vista, seria uma amostragem de solo na entressafra para verificar a necessidade da adição de calcário ao solo. Esta decisão sempre será pautada nos resultados da análise de solo, atendendo as demandas de cultivo da soja, e consequentemente da do milho safrinha. Digo isto, pois, os níveis de saturação de bases adequada para os cultivos de soja e milho são muito similares. Espero ter lhe ajudado. Abraços, Marden Oliveira Gerente de Conta da DuPont Pioneer

Beatriz dos Santos Alves

17/11/2017 15:24:16
É necessario fazer calagem em milho safrinha após o cultivo da soja?

ALOISIO MORTARI LOPES

20/12/2016 12:45:35
No caso da adubação de Nitrogênio, não faltou descontar o Nitrogênio da matéria orgânica, 3% do total de N exportado?
Marden Oliveira
3/1/2017 16:04:48
Olá, Sr. Aloisio! O Nitrogênio vindo da matéria orgânica foi considerado em um dos exemplos dados no texto. Vejamos: “No sistema de produção soja – milho safrinha, pode-se levar em consideração que, devido à fixação biológica de N pela soja, esta pode deixar um residual deste elemento no solo [...]. Exemplo: O produtor espera ter a produtividade de 8 toneladas de grãos de milho safrinha. Ele plantou soja no verão e seu solo possui 3% de matéria orgânica. Quanto aplicar de N em cobertura na cultura do milho? [...] 200 kg de N por necessidade em função da extração e expectativa de produtividade, menos 60 kg de N deixados pela soja = 140 kg de N por hectare que deverá ser aplicado via adubo químico”. Qualquer dúvida, estamos à disposição. Um abraço e muito obrigada pela participação!

Carla Marin

26/4/2016 20:00:55
Olá Marden, Em relação ao fósforo, você comenta sobre a "adubação de sistema". Quais seriam as vantagens da utilização desse tipo de adubação?? Obrigada!!
Marden Oliveira
5/5/2016 14:07:02
Olá, Sra. Carla! Quando tivermos uma condição de concentração de Fósforo acima da condição crítica, havendo uma fertilidade de Fósforo construída no solo, pode-se utilizar a aplicação deste elemento em superfície. Por ocasião desta prática, estaremos adubando “sistema”, onde teremos condições de aplicar as quantidades de Fósforo para a cultura em questão de forma antecipada em superfície (na cultura antecessora ao milho safrinha, que na grande maioria das vezes é soja). A grande vantagem desta prática é o ganho no rendimento operacional com preservação das questões técnicas de aplicação e manejo deste elemento importante chamado Fósforo. Atenciosamente, Marden.

elder j bonetti

17/2/2016 15:07:31
Marden Boa tarde Peço nos enviar esta matéria em formato que possa ser armazenado , PDF, DOC, XLS. Grato Elder
Equipe DuPont Pioneer
24/2/2016 10:17:16
Bom Dia Elder, primeiramente gostaríamos de agradecer o seu comentário. Não temos disponível o envio dos artigos do blog em PDF ou qualquer outro formato, mas informamos que o conteúdo estará sempre disponível dentro do blog e que pode ser consultado sempre que necessário.

LUIS ANTONIO VALERIO

16/2/2016 17:09:45
PARABENS PELA MATÉRIA, FOI DE GRANDE VALIA.

Eliseu Fernando Telli

12/2/2016 21:10:40
Parabéns pelo artigo, Sr. Oliveira. Acho importante observar que, embora a perda de nitrogênio no clássico experimento de Cabezas tenha sido muito grande, não houve diferença estatística de produtividade neste mesmo experimento. Grato pela atenção.

ANSELMO JOSE CHIAPINOTTO

10/2/2016 8:42:00
oi bom dia , amigos da terra .obrigado pela informaçao de adubaçao de milho safrinha . nos na agricola irmaos chiapinotto.este ano estamos fazendo uma adubaçao diferente de outros anos ,120 kilos de 8-40-00-9% DE ENCHOFRE E 200 KILOS DE UREIA PROTEGIDAS 100 MAIS 100 KILOS.VAMOS TIRAR O POTACIO ALANÇO. MAS SIM VAMOS FAZER UM MEGA CA LIQUIDO FOLIAR ,PARA BAICHAR CUSTO DEVIDO ANO COMPLICADO DE RECURSOS.
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